quinta-feira, 12 de março de 2009

TEORIA .......


Já faz alguns anos em que pensei numa teoria, esquecer tudo o que é considerado espiritualidade e substituir pela palavra ciência.
Vou tentar explicar algo que nem eu ainda entendi.
Iniciando hoje, como será a nossa ciência daqui a 10 anos? 100 anos? 1000 anos, 100.000.000 anos? Será que o nosso corpo ainda é necessário para transportar a nossa essência?!

Alguém questionou “o universo existiria se nós não o olhássemos?”

Possivelmente não, sim, não existiria, basicamente estamos dentro de uma sala de realidade virtual (mas que sala!)

Somos parte de algo que não tem nome, algo que se esqueceu de onde veio, algo que busca incessantemente de onde veio, algo tão antigo e incompreensível neste nosso formato humano, algo que busca quem é de onde veio, algo que pensa que foi abandonado por “alguém”

A teoria da evolução apenas conta menos de metade e de forma duvidosa, o início do homem foi na sua capacidade máxima dentro que é possível neste formato humano, tínhamos o ADN completo e todas as capacidades. Mas de que servia ter tudo e saber tudo, estar em cima da montanha sem saber o que era subir a montanha. Com consenso, foi decidido que era necessário descer ao fundo do abismo para fazer a escalada, seria conseguido, claro que sim, não é um jogo, é algo que poderá sempre ser ajudado sempre que tal for necessário.

No inicio, vagarosamente, geração após geração vão nascendo crianças cada vez menos capacitadas (o inverso do que se passa agora), manipulação genética para acelerar o processo, redução de ADN e aos poucos seres menos capazes ficam senhores de tecnologia sensível que necessitava de saber, discernimento e sentimentos puros para ser manuseada, paz e harmonia começam a dar lugar a vícios, intolerância e sede de autoridade, pouco a pouco castas se formam, a guerra, algo até então desconhecido faz a sua entrada e pouco a pouco tudo vai implodindo e inicia-se uma verdadeira era das trevas em que tudo se vai perdendo, tudo mesmo, inclusivo a capacidade de comunicação, ficamos reduzidos a algo um pouco acima dos animais mamíferos.

Quando chegamos a esse ponto (que fazia parte do projecto), nós mesmo invertemos a vibração e muito vagarosamente iniciamos a subida da montanha (ainda estamos a meio), sempre que necessário nós próprios nos vamos ajudando com envio de vibração sempre um pouco acima da nossa, a nossa vibração é recolhida e reenviada já num formato de vibratório umas oitavas mais elevadas, manipulação genética também é pratica corrente, basicamente é o procedimento inverso.

Existem 11 dimensões (11 salas de realidade virtual) para este trabalho, estamos em todas ao mesmo tempo no estágio adequado, o tempo não existe, nem existem 11 corpos iguais, existe a essência de cada indivíduo indivisível que está nas 11 dimensões e que não está em nenhuma. A capacidade e percepção de comunicação de cada um consigo próprio em termos multidimensionais vai sendo mais fácil conforme vai aumentando o digito da dimensão onde estamos focados, entre a primeira e segunda apenas alguma vibração pode passar, receptor fraco, emissor apenas um pouco menos fraco, entre a primeira e a oitava, receptor fraco, emissor forte mas colide com a densidade da primeira dimensão, seria exaustivo expor todos os cenários, creio que me fiz entender.

Partindo do princípio “aceite” que estamos na terceira perto da transição para a quarta, sendo a terceira o início mais visível de algum aumento de vibração e de algum aumento de capacidade do nosso ADN (mais dados ao dispor), inicia aqui uma melhor interacção com a dimensão seguinte, obvio que não é comunicação plena e clara, bem a emissão vinda da quarta é de forma bem mais clara do que a recepção aqui por nós na terceira. Figurativamente sopra uma leve brisa da quarta para nós, pouquíssimos absorvem a brisa e por sua vez sopram luz, muitos resfriam, ficam com febre e deturpam a luz, muitos mais fecham a janela para não resfriarem e apenas uma insignificância de ar passa, pouco a pouco todos nós saberemos absorver a brisa sem medos.

O “salto” dimensional para a quarta (sala de realidade virtual) não é natação sincronizada, mas também o pode ser, hoje (neste conceito de tempo) pode apenas um dar o salto como podem dar cem mil, tudo a seu tempo, cada um a sua maneira, mas sempre suave, é simplesmente voltar a nascer num outro mundo totalmente diferente, com um veiculo físico totalmente diferente, num mundo totalmente diferente sem ainda recordações da terceira (no mesmo formato em que não as temos da segunda!). Nos deparamos num mundo em que a tecnologia é avançadíssima, em que se começa a dar os primeiros passos nas viagens interdimensionais e pouco a pouco se vai ajudando de uma forma mais ou menos camuflada um povo menos avançado sem ainda saber que faz parte de um projecto maior, vamos como seres da quarta dimensão viajando pelas dimensões recolhendo dados, vigiando, e fazendo manipulações genéticas ora no sentido evolutivo, ora o inverso (dependendo qual a dimensão alvo).

Mas quem somos nós, nós somos o perfeito motor eterno, somos energia auto geradora de nós próprios, fomos criados por nós próprios, da mesma forma que criaremos os nossos criadores no fim de mais um ciclo, é necessário esquecer o principio, o principio é o fim e vice-versa, nunca nada começou, simplesmente tudo já era, sempre foi, sempre será, insistir na pergunta como tudo começou é perca de tempo, repito nada começou, apenas sempre foi. O big bang não é mais que uma repetição infindável de um novo “jogo”, uma nova era, sempre que um universo chega a “meta” deixa de expandir, faz o caminho de volta para uma única esfera e tudo recomeça, figurativamente é como juntar as cartas, baralhar de voltar a jogar.

Cada dimensão (ou sala virtual) é apenas responsável por ela própria, todas as alterações feitas no passado apenas se reflectem nessa mesma dimensão não afectando qualquer das outras, somos apenas um, apenas um mas com um número infinito de faces. Mas quem opera as salas virtuais!? Pois, somos nós próprios, somos nós que tudo fazemos, tudo sentimos, tudo experenciamos, tudo decidimos.

Fiquem bem

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