segunda-feira, 30 de março de 2009

Desenvolvimento dos comentários do alcoolismo


Este post é criado para dar mais amplitude aos comentários do post sobre o alcoolismo, não é com intenção de refutar seja o que for, apenas para desenvolver temas que filosoficamente podem ter algum valor e utilidade, vou fazendo por usar a máxima que ninguém está 100% certo nem 100% errado!

Para quem quiser, possivelmente é melhor ler o post (alcoolismo) e os comentários,

Como é usual, o tema que era alcoolismo desenvolveu-se e passou a deus/bíblia, mas é assim mesmo que deve ser, não nos devemos deixar limitar por assuntos (no mesmo formato que se tem conversas com outros seres, ou como se diz, os temas são como as cerejas, puxa-se uma e vêm mais junto).

Independentemente do que é deus, ou do que é que cada um de nos acredita o que é deus, é importante trabalharmos para ser cada vez melhores seres humanos, não costumo pensar em deus, não acho útil, talvez o sinta como um parente muito afastado que alguns familiares de vez em quando falam dele, cada um a sua maneira mas que não conheço, prefiro pensar que deus sou eu, és tu, somos todos, cada um de nós é responsável por tudo o que lhe acontecesse (tanto de bom, como de menos bom).

Sobre a bíblia, bem, é uma tradução, as traduções são traduzidas por tradutores (está foi La”palice), esses tradutores (como todos nós) têm conceitos, preconceitos e são limitados (também como todos nós), traduzir não é apenas trocar a nacionalidade das palavras, é muito mais profundo, tem que se ter grandes conhecimentos, quando se trata de textos antigos e de culturas diferentes é bem mais complicado, se eu escrever que num relacionamento que tive levei com os pés, possivelmente se esse texto chegar a ser lido por alguém daqui a dois mil anos não irão entender que dar com os pés é gíria que quer dizer que fui rejeitado!

Se inclusivo a pontuação pode ser dramática, como está situação real provocada por um erro de tipografia em que a falta duma vírgula mudava todo o contexto!
Jesus na cruz diz para o ladrão que está arrependido:

Como te arrependeste hoje (virgula) estarás comigo no céu. (mais ou menos assim)

Agora sem virgula:

Como te arrependeste hoje estarás comigo no céu.

Claro que sabemos que é um erro de impressão naquela edição, mas sabemos por que a história nos foi contada repetidamente, que segundo a bíblia Jesus só foi passado 3 dias e não naquele dia, e se nunca tivéssemos ouvido falar nela?

Bem, mas indo mais longe:

B”rashitbaraelohimethhashamayimv”ethh”areths

É a frase inicial do Génese que foi traduzida por “no princípio criou Deus o céu e a terra”, no hebreu antigo não existia separação entre as palavras, ok, vamos separar!

1-B”rashit bara elohim eth hashamayim v”eth h”areths

“A andrógina força formou o duplo céu”

2-B”rash itbara elohim ethhashamayim v”ethh”areths

“No princípio (alguém) fez os céus e a terra”

Sem entrar no espaço em que elohim é o plural de um nome feminino penso que posso dizer que a verdadeira Bíblia hebreia foi perdida e que a Bíblia que temos (judia) é apenas uma gota de água num oceano em relação a original.

Bem voltando a separação nº 1, ela retira totalmente qualquer ligação com qualquer início mas sim com continuação.

Sendo assim (digo eu) as bases que serviram para o texto estão erradas (“inocentemente” traduzidas)

Bem, serviu apenas para tentar demonstrar a falta de fiabilidade das traduções de documentos antigos, é um pouco ao sabor das crenças do tradutor.

Também no corão não existe nada o proibir os muçulmanos de comerem carne de porco, fala apenas de alguns animais impuros, na pratica acredito que foi assim, o Porco bebe muita agua diariamente, a pele não serve para nada, não é animal de carga, sendo assim é um péssimo animal para usar nos desertos, isto, economicamente, mas como convencer milhões que ele não é rentável, fácil, deus disse que o porco é proibido! Resolvido!

Fiquem bem

domingo, 29 de março de 2009

Filhos, erros e mais erros


Usualmente tentamos corrigir falhas, falhas nossas e/ou falhas nos nossos filhos, a sociedade afirma que é o correcto a fazer, mas será?!, não será mais eficaz ensinarmos a pensar, incutir a criatividade e imaginação do que criticar?!

Somos peritos em criticar as acções dos nossos filhos, não será melhor reflectir com eles sobre……. Os tradicionais “raspanetes” e sermões já não funcionam, apenas afastam os nossos filhos.
Quando abrimos a boca para mais uma vez repetirmos as mesmas coisas se sempre, os nossos filhos já sabem (de core e salteado) o que vamos dizer, eles já têm tudo isso gravada e simplesmente se fecham, quando estou a falar com a minha filha mais velha (15 anos) e ela cruza os braço, eu paro, ela não está receptiva, guardo para outra altura e tento fazer doutra forma, tentar ir em frente naquele momento só irá a afastar de mim.

Quando um filho nosso erra, ele já sabe como vamos reagir, e aí essa nossa reacção previsível não irá causar nenhum impacto no seu emocional no sentido de crescimento, apenas sofrimento, por vezes vamos por muitos anos repetindo as mesmas coisas, e eles continuam a repetir também as mesmas falhas, isto é, os nossos filhos são “teimosos” e nós nada criativos, passar anos e anos com um filho e não conseguir comunicar com ele demonstra que possivelmente estamos a fazer algo menos certo.

Creio que foi no trabalho que descobri duma forma consciente que elogios devem ser públicos e reprimendas devem ser privadas, se tal afecta um adulto, como será com uma criança.
Criticar uma criança em publico pelos actos que cometeu produz uma humilhação que essa criança não irá esquecer, possivelmente os objectivos do adulto serão atingidos, mas que custo terá para aquele futuro adulto?!

É típico quando se gera discussões o adulto dizer (gritar) que quando tiveres uma casa tua fazes a tua maneira, até lá estas na minha casa fases como eu digo (muitas vezes acompanhado de alguma violência física, claro, a adulto ganha, mas não ganha respeito, ganho o temor do filho, não creio que se deva ter medo de perder a autoridade, perder os filhos é bem mais grave.

Creio que ganhei mais respeito das minhas filhas um dia em que as abracei a chorar do que em toda a vida delas!

Fiquem bem

sexta-feira, 27 de março de 2009

"Lei" do retorno


Quem quiser saber mais, basta fazer uma pequena procura na net!

Sempre desde que me recordo como gente ouvi dizer, cá se fazem, cá se pagam! Ou quem sêmea vento colhe tempestades!

Bem, possivelmente basta olhar a nossa volta com olhos de ver, não apenas naquela forma superficial do “ele é tão mau e está tão bem na vida”

Pessoalmente sempre gostei mais de lhe chamar efeito boomerang

Encontrei esta pequena “estória” na net que dá uma ideia!

Fiquem bem

"O pequeno Zeca entra em casa, após a aula, batendo forte os seus pés no assoalho da casa. Seu pai, que estava indo para o quintal para fazer alguns serviços na horta, ao ver aquilo chama o menino para uma conversa. Zeca, de oito anos de idade, o acompanha desconfiado. Antes que seu pai dissesse alguma coisa, fala irritado:
- Pai, estou com muita raiva. O Juca não deveria ter feito aquilo comigo. Desejo tudo de ruim para ele.
Seu pai, um homem simples mas cheio de sabedoria, escuta calmamente o filho que continua a reclamar:
- O Juca me humilhou na frente dos meus amigos. Não aceito. Gostaria que ele ficasse doente sem poder ir à escola. O pai escuta tudo calado enquanto caminha até um abrigo onde guardava um saco cheio de carvão. Levou o saco até o fundo do quintal e o menino o acompanhou, calado. Zeca vê o saco ser aberto e antes mesmo que ele pudesse fazer uma pergunta, o pai lhe propõe algo:
- Filho, faz de conta que aquela camisa branquinha que está secando no varal é o seu amiguinho Juca e cada pedaço de carvão é um mau pensamento seu, endereçado a ele. Quero que você jogue todo o carvão do saco na camisa, até o último pedaço. Depois eu volto para ver como ficou.
O menino achou que seria uma brincadeira divertida e passou mãos à obra. O varal com a camisa estava longe do menino e poucos pedaços acertavam o alvo. Uma hora se passou e o menino terminou a tarefa. O pai que espiava tudo de longe, se aproxima do menino e lhe pergunta:
- Filho como está se sentindo agora?
- Estou cansado mas estou alegre porque acertei muitos pedaços de carvão na camisa.
O pai olha para o menino, que fica sem entender a razão daquela brincadeira, e carinhoso lhe fala:
- Venha comigo até o meu quarto, quero lhe mostrar uma coisa.
O filho acompanha o pai até o quarto e é colocado na frente de um grande espelho onde pode ver seu corpo todo. Que susto! Zeca só conseguia enxergar seus dentes e os olhinhos. O pai, então lhe diz ternamente:
- Filho, você viu que a camisa quase não se sujou; mas, olhe só para você. O mal que desejamos ou fazemos aos outros é como o que lhe aconteceu. Por mais que possamos atrapalhar a vida de alguém com nossos pensamentos, a borra, os resíduos, a fuligem ficam sempre em nós mesmos.

Cuidado com seus pensamentos, eles se transformam em palavras;
Cuidado com suas palavras, elas se transformam em ações;
Cuidado com suas ações, elas se transformam em hábitos;
Cuidado com seus hábitos, eles moldam o seu caráter;
Cuidado com seu caráter, ele controla o seu destino."

terça-feira, 17 de março de 2009

Pensamentos e Vibrações


Quando você pensa sobre alguma coisa, um tipo particular de vibração o rodeia. Esta é a razão pela qual, às vezes, quando você está perto de uma determinada pessoa, você se sente triste sem nenhuma razão aparente. Por outro lado, na companhia de outra pessoa, você pode se sentir alegre de repente.

Os poderes da mente se desenvolvem mais e mais à medida que vamos para dentro, e se dissipam quando vamos para fora... Até agora, os pensamentos não foram considerados como tendo uma existência física, mas é um fato que, quando você pensa um tipo particular de pensamento, as vibrações ao seu redor mudam de acordo. É interessante notar que não apenas pensamentos mas até mesmo palavras têm as suas vibrações. Se você espalhar partículas de areia sobre um vidro plano e entoar AUM alto, o padrão causado pela vibração do som será diferente do padrão causado ao entoar RAM. Você se surpreenderá em saber que quanto mais alto um insulto for proferido, mais feio é o padrão formado, e quanto mais bela a palavra, mais belo será o padrão da sua vibração. Assim, por milhares de anos foram feitas pesquisas para encontrar palavras que produzem belas vibrações e se considerou se o seu impacto era suficiente para bater no coração.

As palavras são pensamentos manifestados. Entretanto, palavras não manifestadas também carregam uma ressonância e nós as chamamos de "pensamentos." Quando você pensa sobre alguma coisa, um tipo particular de vibração o rodeia. É por isso que, às vezes, quando se está perto de uma determinada pessoa, você se sente triste por nenhuma razão aparente. Pode ser que esta pessoa não tenha emitido uma única palavra negativa, e talvez até ela esteja rindo e feliz de tê-lo encontrado. Ainda assim, uma tristeza toma conta de você por dentro. Por outro lado, na companhia de outra pessoa, você pode se sentir alegre de repente.

Você entra numa sala e pode sentir uma mudança repentina dentro de si.
Alguma coisa sagrada ou profana toma conta de você. Em alguns momentos, você está rodeado de paz e tranquilidade e, em outros, de inquietude. Você não consegue entender e se pergunta, "Eu estava me sentindo muito em paz. Por que essa inquietude de repente surgiu na minha mente?" Existem ondas de pensamento em todo o seu redor e elas continuam entrando em você durante as 24 horas.

Osho
Pensamentos e vibrações

Fiquem bem

segunda-feira, 16 de março de 2009

ALCOOLISMO


Tenho um colega que se poderá dizer se enquadra dentro dos padrões “alcoólico controlado”, história de vida complicada (em que claro o álcool tem uma grande parte).

Bem, não sei se tenho, ou se tinha:
Foi assim, esse meu colega tem sido, a um ano e meio para cá o meu braço direito, sempre que me ausentava para ferias ou por necessitadas profissionais noutros locais, ele ficava a substituir-me, o que incluía circular com a viatura da empresa.

Já anteriormente me tinha chegado aos ouvidos que ele comigo fora conduzia com uns copos no “buxo”, sempre falei por alto nisso com ele, inclusivo por duas vezes em que nós dois bebemos uns copos a mais juntos, eu deixei o carro estacionado indo recupera-lo na manhã seguinte (não é que eu seja um poço de virtudes).

Desta vez, na ida para o aeroporto (eu fui de ferias 1 semana) falei com ele e pedi-lhe de forma bem claro e repetida para quando conduzisse não beber e quando quisesse beber que não conduzisse, onde estamos a residir, temos imensos estabelecimentos bem por perto, claro que ele me tranquilizou, garantiu-me que eu poderia ficar descansado, etcccc.

Para resumir, alem de ter faltado um dia ao trabalho, passou o dia a conduzir de bar em bar, finalmente pelas 5 da tarde, devido a condução suspeita foi seguido pela polícia, e simplesmente tinha 2.4 de álcool no sangue!

Depois, claro, tribunal, seis meses sem carta de condução e 80 horas de trabalho comunitário devido as suas dificuldades financeiras!

Bem, indo em frente, será que poderei mas alguma vez confiar nele? Por um lado penso que sim, creio que aprendeu a lição, mas quando olho para dentre dele fico na dúvida!!??

Fiquem bem

sábado, 14 de março de 2009

SER


Bem difícil é viver de forma plena sem primeiro aceitarmos como somos, enquanto não aceitamos o que somos dificilmente partimos para outros voos, basicamente mudamos é os cenários e as dificuldades continuam noutro formato e não se dissolvem.

Possivelmente a maior parte das nossas frustrações tem a ver com a nossa aparência, estamos constantemente a querer ser/ter (ou gostaríamos) outro formato, gostar de nós como somos nada tem a ver com resignação, tem a ver é com o apreciamos o nosso corpo a cada segundo (mesmo quando ele “falha”), somos tão compreensivos com os outros e extremamente intolerantes connosco, isso é algo errado e que trás consequências futuras menos positivas.

Equilibrar o físico com o emocional será sem duvida um dos primeiros passos para reduzir gradualmente os conflitos internos, só a partir desse ponto é que se poderá então crescer, modificar o nosso ser, sonhar é importante, criar alicerces equilibrados a esses sonhos irá fazer de catalizador que nos irá predispor a deixar de divagar.

Simplesmente a dor se extingue!

Fiquem bem

sexta-feira, 13 de março de 2009

MENTE


Por causa da mente sexualmente reprimida, ela tornou-se sexualmente faminta!

Fiquem bem

quinta-feira, 12 de março de 2009

TEORIA .......


Já faz alguns anos em que pensei numa teoria, esquecer tudo o que é considerado espiritualidade e substituir pela palavra ciência.
Vou tentar explicar algo que nem eu ainda entendi.
Iniciando hoje, como será a nossa ciência daqui a 10 anos? 100 anos? 1000 anos, 100.000.000 anos? Será que o nosso corpo ainda é necessário para transportar a nossa essência?!

Alguém questionou “o universo existiria se nós não o olhássemos?”

Possivelmente não, sim, não existiria, basicamente estamos dentro de uma sala de realidade virtual (mas que sala!)

Somos parte de algo que não tem nome, algo que se esqueceu de onde veio, algo que busca incessantemente de onde veio, algo tão antigo e incompreensível neste nosso formato humano, algo que busca quem é de onde veio, algo que pensa que foi abandonado por “alguém”

A teoria da evolução apenas conta menos de metade e de forma duvidosa, o início do homem foi na sua capacidade máxima dentro que é possível neste formato humano, tínhamos o ADN completo e todas as capacidades. Mas de que servia ter tudo e saber tudo, estar em cima da montanha sem saber o que era subir a montanha. Com consenso, foi decidido que era necessário descer ao fundo do abismo para fazer a escalada, seria conseguido, claro que sim, não é um jogo, é algo que poderá sempre ser ajudado sempre que tal for necessário.

No inicio, vagarosamente, geração após geração vão nascendo crianças cada vez menos capacitadas (o inverso do que se passa agora), manipulação genética para acelerar o processo, redução de ADN e aos poucos seres menos capazes ficam senhores de tecnologia sensível que necessitava de saber, discernimento e sentimentos puros para ser manuseada, paz e harmonia começam a dar lugar a vícios, intolerância e sede de autoridade, pouco a pouco castas se formam, a guerra, algo até então desconhecido faz a sua entrada e pouco a pouco tudo vai implodindo e inicia-se uma verdadeira era das trevas em que tudo se vai perdendo, tudo mesmo, inclusivo a capacidade de comunicação, ficamos reduzidos a algo um pouco acima dos animais mamíferos.

Quando chegamos a esse ponto (que fazia parte do projecto), nós mesmo invertemos a vibração e muito vagarosamente iniciamos a subida da montanha (ainda estamos a meio), sempre que necessário nós próprios nos vamos ajudando com envio de vibração sempre um pouco acima da nossa, a nossa vibração é recolhida e reenviada já num formato de vibratório umas oitavas mais elevadas, manipulação genética também é pratica corrente, basicamente é o procedimento inverso.

Existem 11 dimensões (11 salas de realidade virtual) para este trabalho, estamos em todas ao mesmo tempo no estágio adequado, o tempo não existe, nem existem 11 corpos iguais, existe a essência de cada indivíduo indivisível que está nas 11 dimensões e que não está em nenhuma. A capacidade e percepção de comunicação de cada um consigo próprio em termos multidimensionais vai sendo mais fácil conforme vai aumentando o digito da dimensão onde estamos focados, entre a primeira e segunda apenas alguma vibração pode passar, receptor fraco, emissor apenas um pouco menos fraco, entre a primeira e a oitava, receptor fraco, emissor forte mas colide com a densidade da primeira dimensão, seria exaustivo expor todos os cenários, creio que me fiz entender.

Partindo do princípio “aceite” que estamos na terceira perto da transição para a quarta, sendo a terceira o início mais visível de algum aumento de vibração e de algum aumento de capacidade do nosso ADN (mais dados ao dispor), inicia aqui uma melhor interacção com a dimensão seguinte, obvio que não é comunicação plena e clara, bem a emissão vinda da quarta é de forma bem mais clara do que a recepção aqui por nós na terceira. Figurativamente sopra uma leve brisa da quarta para nós, pouquíssimos absorvem a brisa e por sua vez sopram luz, muitos resfriam, ficam com febre e deturpam a luz, muitos mais fecham a janela para não resfriarem e apenas uma insignificância de ar passa, pouco a pouco todos nós saberemos absorver a brisa sem medos.

O “salto” dimensional para a quarta (sala de realidade virtual) não é natação sincronizada, mas também o pode ser, hoje (neste conceito de tempo) pode apenas um dar o salto como podem dar cem mil, tudo a seu tempo, cada um a sua maneira, mas sempre suave, é simplesmente voltar a nascer num outro mundo totalmente diferente, com um veiculo físico totalmente diferente, num mundo totalmente diferente sem ainda recordações da terceira (no mesmo formato em que não as temos da segunda!). Nos deparamos num mundo em que a tecnologia é avançadíssima, em que se começa a dar os primeiros passos nas viagens interdimensionais e pouco a pouco se vai ajudando de uma forma mais ou menos camuflada um povo menos avançado sem ainda saber que faz parte de um projecto maior, vamos como seres da quarta dimensão viajando pelas dimensões recolhendo dados, vigiando, e fazendo manipulações genéticas ora no sentido evolutivo, ora o inverso (dependendo qual a dimensão alvo).

Mas quem somos nós, nós somos o perfeito motor eterno, somos energia auto geradora de nós próprios, fomos criados por nós próprios, da mesma forma que criaremos os nossos criadores no fim de mais um ciclo, é necessário esquecer o principio, o principio é o fim e vice-versa, nunca nada começou, simplesmente tudo já era, sempre foi, sempre será, insistir na pergunta como tudo começou é perca de tempo, repito nada começou, apenas sempre foi. O big bang não é mais que uma repetição infindável de um novo “jogo”, uma nova era, sempre que um universo chega a “meta” deixa de expandir, faz o caminho de volta para uma única esfera e tudo recomeça, figurativamente é como juntar as cartas, baralhar de voltar a jogar.

Cada dimensão (ou sala virtual) é apenas responsável por ela própria, todas as alterações feitas no passado apenas se reflectem nessa mesma dimensão não afectando qualquer das outras, somos apenas um, apenas um mas com um número infinito de faces. Mas quem opera as salas virtuais!? Pois, somos nós próprios, somos nós que tudo fazemos, tudo sentimos, tudo experenciamos, tudo decidimos.

Fiquem bem

quarta-feira, 11 de março de 2009

Falso Optimismo


Longe de mim querer ser ou servir de modelo para quem quer que seja ou para o que for.
Este assunto já faz algum tempo que anda na minha mente, só hoje decidi pensar por escrito.

Bem, possivelmente, primeiro terei que pensar sobre o que é o optimismo, indo ao dicionário encontramos isto:

“Sistema ou filosofia dos que têm fé no progresso moral e material da humanidade, na melhoria das condições actuais, na evolução social para o bem e para o óptimo; disposição natural ou tendência para ver as coisas pelo lado bom, esperando sempre uma solução das situações ainda muito difíceis.”

Sendo assim, para definir o falso optimismo bastaria fazer isto:

“Sistema ou filosofia dos que não têm verdadeira fé no progresso moral e material da humanidade, nem na melhoria das condições actuais, nem na evolução social para o bem e para o óptimo; nem na disposição natural ou tendência para ver as coisas pelo lado bom, não esperando sempre genuinamente uma solução das situações ainda muito difíceis.”

Pois, possivelmente um pouco rebuscado, possivelmente não bastará usar o sim ou não, o preto ou o branco, possivelmente é muito mais complexo!

Sempre existiu o “claro que tudo vai correr bem”, o “fica descansado que a operação vai ser um sucesso”, etc., algo que pode ou não ser falso optimismo em relação directa com os outros, algo que mesmo sento falso poderá servir de mola impulsionadora (ou não) para um maior relaxamento de terceiros e também para nós próprios, enfim, mas não é disso que quero falar, é sim do falso optimismo próprio!
Mentir a mim próprio será sem dúvida terrível, mentir aos outros é um pouco menos, onde está a fronteira, onde está o “lucro”?

Por exemplo, numa aplicação energética, o paciente pode pensar:

A- Que sim, vai ser curado (seja no formato que for)
B- Nada (ausência de pensamentos)
C- Que talvez
D- Que não

Por seu lado, quem faz a aplicação pode pensar:

1- Nada (ausência de pensamento)
2- Que sim
3- Que não
4- Que talvez

Seja qual for a combinação que se quiser fazer, qualquer uma delas terá uma taxa de sucesso elevada, mesmo que de forma intermitente desde que o negativo para o sim ou para o nada, quando é o inverso ou totalmente intermitente em formato rotativo os resultados são menos intensos.

Então, o que é que nos faz pensar que vai tudo correr bem e ouvir outra voz a dizer que não vai, será a falta de paciência, a experiência do passado, o medo de ir em frente, etc.?

Não será o falso optimismo uma luta interna do “o que quero ser e o que não quero ser”, onde nos leva isso, qual de nós não duvida nem que seja por uma fracção de segundo?

Fiquem bem

ICC-Escrevi isto já fez uns anitos

terça-feira, 10 de março de 2009

Egregora

Todos por uma causa…………. Retirando a parte politica, os conceitos, as ideologias, as diferenças culturais, realmente é assim, quando muitos se juntam para concretizar um objectivo comum, realmente algo de belo vem a tona! Fiquem bem

quinta-feira, 5 de março de 2009

Drogas


Não posso deixar de comentar um fato que ocorreu ontem.
Meu filho mais velho (17) estava tendo uma conversa com o mais novo (10) e não pude deixar de sentir uma grande emoção misturada com a sensação de dever cumprido.
Quando meu filho mais velho tinha a mesma idade que o mais novo tem agora, estávamos voltando para casa quando parei num farol e alguns garotos entre 14 e 17 anos estavam pedindo dinheiro, não dei nada para eles e meu filho perguntou por quê?
Eu respondi que o dinheiro seria usado para comprar drogas e ai que veio a pergunta que de todas que já havia feito foi a mais constrangedora.
- Pai o que a gente sente quando usa drogas?
Fiquei perdido por um momento, como poderia responder de uma maneira que ele entendesse.
Refleti um pouco e ele repetiu a pergunta, mas dessa vez tinha uma resposta:

Filho, quando se usa pela primeira vez é “maravilhoso”, é como vc estivesse em um avião voando em um céu azul límpido, e quando abre a porta vc vê bem abaixo um lago de um azul brilhante, vc pula, abre o pára-quedas e vai descendo lentamente sentindo a brisa em seu rosto, quando chega na água a sensação é ainda mais prazerosa, a água esta fresca, deliciosa.

Ele ficou confuso e disse: - Não entendi.

Calma tem a segunda vez. Disse a ele.

Na segunda vez vc usa com uma vontade incontrolável esperando repetir aquelas sensações maravilhosas, e ai vai.

Vc se vê novamente no avião só que o céu esta com algumas nuvens e quando abre a porta o lago esta com uma aparência meio turva, vc salta e abre a porá-quedas e desliza até o lago, mas parece que o ar esta quente e a descida é mais rápidos, quando chega na água ela esta meio morna e com um cheiro estranho.

Ele me olhava com curiosidade, já sabia que a estória não acabaria ali.

E tem a terceira vez.
Vc não desiste, tem de sentir tudo aquilo da primeira vez e usa novamente.

Vc se vê no avião só que o céu esta escuro o avião balança muito, dessa vez alguém te empurra para fora, não da nem tempo de abrir o pára-quedas, cai de cara no lago, dessa vez poluído fétido e pegajoso, pronto esta viciado.

E vem a quarta vez, vc não esta mais no avião dessa vê direto no lago só que não parece um lago e sim uma fossa enorme cheia de excrementos, vc tenta manter a cabeça pra fora mas sempre aparece alguém para pisa-la e fazer vc afundar.
Para sair vc precisar de muita força de vontade e da ajuda das pessoas que te amam.

Depois de tanto tempo ele não esqueceu e transmitiu para o irmão mais novo, é uma coisa que emociona qualquer pai.

Marcos Castilho

Fiquem bem