Apenas pensamentos soltos que faço por unir de maneira que façam algum sentido ao serem lidos, também irei incluir o que na minha perspectiva considerar interessante.
segunda-feira, 11 de fevereiro de 2013
Tempo
Fez algum tempo, não muito, uma amiga me questionou por que tudo era tão lento?
Possivelmente a definição de velocidade é algo incompreendido, qualquer caminho veloz é um caminho muito recto em a velocidade nos deixa apenas olhar para a frente e vemos quase tudo duma forma desfocado, com algumas curvas para nos fazer ir mais devagar podemos ver melhor o que nos rodeia, apenas devemos ter alguma maior atenção as rotundas em que o centro pode ser pessoas, ideologias, etc. que podem nos seduzir com o seu poder (dado por nós) gravitacional, pode simplesmente nos atrasar fazendo-nos andar as voltas, necessitamos de ir vendo as coisas aos poucos, por vezes é bom fazer inversão de marcha e mudar de direcção (ou voltar a mesma) embora seja “certo” que todas as direcções levem ao mesmo destino, vamos vendo as coisas aos pouco, mesmo quando o nosso intimo grita em silencio que não pode mais, nunca carregamos mais do que decidimos etericamente, a “vida” vai nos dando pequenas doses para irmos digerindo conforme as nossas capacidade, nunca demais, apenas o que necessitamos no momento, a cada passo ficamos a saber mais um pouco, isto é, entendemos a cada passo melhor o que sabemos. Onde quer que nós estejamos é exactamente onde devemos estar, por vezes gostaríamos de estar em outro sítio e em outras maneiras, possivelmente não teríamos ainda capacidades para lidar com tal.
Todos os relacionamentos (em todos os formatos, íntimos, profissionais, amizades, etc.) que tivemos no passado eram aqueles que necessitávamos no momento, de cada vez que estamos prontos para fazer coisas novas, novas pessoas aparecem, somos o que somos e estamos a cada segundo nos transformando no que iremos ser, existem outras pessoas a espera de nós cada vez que nos transformamos, isto é “o ser e se tornar”, todos aprendemos sempre o máximo, ainda bem que o caminho é lento, lento e “suave”.
Fiquem bem
João Gonçalves
27-06-08
segunda-feira, 14 de janeiro de 2013
Tanto mal que fazemos por "bem" !!!!!
1.Não me dês tudo aquilo que eu peço. Às vezes só o faço para ver até quanto tu me podes dar.
2.Não me grites. Respeito-te menos quando o fazes e também me ensinas a gritar e eu não quero fazê-lo.
3.Não me dês ordens. Se em vez de ordens, às vezes pedires as coisas, eu fa-lo-ei mais rápido e com mais prazer.
4.Cumpre as tuas promessas boas ou más. Se me prometeres uma prenda dás-ma e se merecer um castigo, dás-mo também.
5.Não me compares com ninguém, especialmente com o meu irmão ou irmã. Se tu me fazes sentir melhor que o resto, alguém vai sofrer e se me fazes sentir pior que os outros serei eu quem sofre.
6.Não mudes tantas vezes de opinião acerca daquilo que eu devo fazer. Decide e mantêm essa decisão.
7.Deixa-me valer por mim próprio. Se tu fazes tudo por mim eu nunca poderei aprender.
8.Não digas mentiras, nem me peças que eu o faça por ti. Fazes-me sentir mal e perder a fé naquilo que tu me dizes.
9.Quando eu faço algo de errado, não exijas que te diga porque o fiz. Ajuda-me a compreender.
10.Quando te enganas nalguma coisa, admite-o e crescerá o respeito que eu tenho por ti. Ensinas-me simultaneamente a aceitar os meus erros também.
11.Trata-me com a mesma afabilidade e cordialidade com que tratas os teus amigos. O facto de nós sermos família não significa que não possamos ser amigos também.
12.Não me digas para fazer uma coisa quando tu não a fazes. Eu aprendo aquilo que tu fazes embora não o digas, mas nunca farei o que tu dizes e que não fazes.
13.Quando te conto os meus problemas, não digas "Não tenho tempo para parvoíces" ou "isso não tem importância“. Trata de me compreender e de me ajudar.
14.Finalmente ama-me e diz-mo. Eu gosto de te ouvir dizer, embora não julgues necessário dizer-mo.
Autor Desconhecido
Fiquem bem
2.Não me grites. Respeito-te menos quando o fazes e também me ensinas a gritar e eu não quero fazê-lo.
3.Não me dês ordens. Se em vez de ordens, às vezes pedires as coisas, eu fa-lo-ei mais rápido e com mais prazer.
4.Cumpre as tuas promessas boas ou más. Se me prometeres uma prenda dás-ma e se merecer um castigo, dás-mo também.
5.Não me compares com ninguém, especialmente com o meu irmão ou irmã. Se tu me fazes sentir melhor que o resto, alguém vai sofrer e se me fazes sentir pior que os outros serei eu quem sofre.
6.Não mudes tantas vezes de opinião acerca daquilo que eu devo fazer. Decide e mantêm essa decisão.
7.Deixa-me valer por mim próprio. Se tu fazes tudo por mim eu nunca poderei aprender.
8.Não digas mentiras, nem me peças que eu o faça por ti. Fazes-me sentir mal e perder a fé naquilo que tu me dizes.
9.Quando eu faço algo de errado, não exijas que te diga porque o fiz. Ajuda-me a compreender.
10.Quando te enganas nalguma coisa, admite-o e crescerá o respeito que eu tenho por ti. Ensinas-me simultaneamente a aceitar os meus erros também.
11.Trata-me com a mesma afabilidade e cordialidade com que tratas os teus amigos. O facto de nós sermos família não significa que não possamos ser amigos também.
12.Não me digas para fazer uma coisa quando tu não a fazes. Eu aprendo aquilo que tu fazes embora não o digas, mas nunca farei o que tu dizes e que não fazes.
13.Quando te conto os meus problemas, não digas "Não tenho tempo para parvoíces" ou "isso não tem importância“. Trata de me compreender e de me ajudar.
14.Finalmente ama-me e diz-mo. Eu gosto de te ouvir dizer, embora não julgues necessário dizer-mo.
Autor Desconhecido
Fiquem bem
domingo, 16 de dezembro de 2012
domingo, 12 de agosto de 2012
Por que é .........................??????
Um dos meus livros favoritos! Continuo a dizer que “todos”
deviam ler!
“O Pedro convidou a
Paula para jantar num restaurante e os dois passaram uma noite agradável. De
facto, entenderam-se tão bem que decidiram ter uma relação estável. Um ano mais
tarde, quando estão a voltar do cinema, a Paula pergunta ao Pedro o que ele
quer fazer para comemorar o primeiro ano da sua relação. E o Pedro
responde-lhe: «Podíamos encomendar uma pizza e ver o campeonato de golfe na
televisão!» A Paula fica calada. Desconfiando que havia qualquer problema, o
Pedro enterra-se ainda mais dizendo: «Bom, se não queres uma pizza, podemos
encomendar comida chinesa.» Ao que a Paula responde com um seco: «Está bem!» E,
em seguida, emudece.
Então, o Pedro pensa:
«Já um ano! Então, como começamos a sair juntos em Janeiro e foi nessa altura
que comprei o carro, tenho que pensar na revisão para validar a garantia. O
mecânico disse-me que consertaria o indicador de nível de óleo e … a caixa de
velocidades, não está lá muito boa!»
Por seu lado, a Paula
também está a pensar: «para ele, a nossa relação não deve ser muito importante,
para só ter direito a uma pizza acompanhada por uma partida de golfe na
televisão, na noite do nosso aniversário… Para a próxima, talvez fosse melhor
convidar uns amigos. Eu gostava era de um jantar à luz da vela, de dançar e de
falar sobre o nosso futuro. É evidente que a nossa relação não é tão importante
para ele como para mim. Talvez ele até se sinta mal nesta relação. Eu quero um
compromisso maior da parte dele, mas ele sente-se ameaçado. Pensando bem, por
vezes, eu também gostava de ter um espaço só meu para passar mais tempo com as
minhas amigas. Bem, é preciso mais tempo para ver o rumo da nossa relação…
Quero dizer, para onde é que vamos. Será que vamos simplesmente continuar a
ver-nos ou vamos acabar por casar? Ter filhos? Senão o quê? Será que estou
pronta para assumir um compromisso destes? Será que quero mesmo passar o resto
da minha vida com ele?»
Entretanto, o Pedro
dá-se conta que o indicador de óleo está novamente a piscar. Faz uma careta e
pensa: «Estes imbecis da garagem disseram-me que consertavam o indicador de
nível e, agora, a garantia está praticamente a acabar!»
A Paula olha para ele
e embrenha-se noutra série de pensamentos: «Está a fazer caretas… não se sente
feliz… Aposto que ele acha que estou gorda demais e que me devia vestir de
outra maneira. Eu sei que devia pintar-me menos e fazer mais exercício. Ele
está sempre a falar da forma espantosa da Carlota e a dizer que devia ir ao ginásio
com ela. Falei disto com as minhas amigas e elas acham que o Pedro devia de
gostar de mim como eu sou e não tentar modificar-me… Se calhar tem razão!»
Os pensamentos do
Pedro estão a anos de luz de distância: «Vou dizer aqueles mecânicos que vão
dar uma volta… Vou-lhes dizer que vão…»
A Paula continua a
olhar fixamente para o rosto do Pedro e vai pensando: «Agora é que ele está
mesmo nervoso… Vê-se na cara dele e sente-se bem o estado de tensão em que ele
está. Talvez eu esteja enganada… Talvez ele espere mais de mim e sinta que eu
não estou muito segura dos meus sentimentos… Sim, é isso! É por isso que ele
não fala comigo… Não quer abrir-se comigo e falar dos sentimentos dele, não vá
eu manda-lo passear. Posso o sofrimento nos seus olhos.»
Pedro volta a
mergulhar nos seus pensamentos: «Desta vez, eles têm de consertar isto! Já lhes
disse que tinha problemas e eles disseram que a responsabilidade era do
fabricante. Não me vão dizer agora que este tipo de problema não está coberto
pela garantia ou, então, vão ter chatices… Paguei uma fortuna por este carro e
eles têm… »
«Pedro?», diz a Paula.
«O que é?», responde o Pedro, visivelmente incomodado por
lhe terem interrompido a linha de pensamentos.
«Por favor, não te tortures dessa maneira… talvez não tenha
razão para pensar assim… Ah, sinto-me tão mal… Se calhar, preciso de algum
tempo… Quero dizer, a vida não é assim tão fácil…»
«Ah, disso podes ter
a certeza!», resmunga o Pedro.
«Tu pensas que eu sou um bocado maluca, não é?»
«Não», responde o Pedro, um tanto perdido.
«É só que… Ah, já não sei muito bem… Estou perdida… Preciso
de algum tempo para pensar nisto tudo», diz ela.
O Pedro pergunta a si
mesmo: «De que diabo está ela a falar? O melhor é dizer “está bem” e, amanhã,
já está tudo bem! Devem ser coisas de mulheres.»
«Obrigada, Pedro… Não
podes imaginar como é importante para mim», diz ela. Olhando-o nos olhos,
apercebe-se de que ele é uma pessoa de quem ela gosta muito e de que precisa
mesmo de pensar na relação dos dois.
Depois de ter passado a noite as voltas, logo pela manhã, a
Paula decide discutir o problema com a Carlota. Combinam encontrar-se para
almoçar e falam do Pedro e dos problemas dos dois. Enquanto isto, o Pedro
voltou para casa, bebeu uma cerveja e ligou a televisão, Acha que a Paula tem
um problema mas, com certeza, deve ser por causa do período.
Na noite seguinte, a Paula e a Carlota voltam a estar juntas
e falam a noite toda. Alguns dias mais tarde, o Pedro fala com o Miguel, o
namorado da Carlota, que lhe diz: «Então, parece que a Paula e tu estão a ter
problemas?» Agora é que o Pedro se sente completamente perdido, «Não faço a
mínima ideia do que é que ela anda a contar!», diz o Pedro, a rir. E
acrescenta: «…mas dá uma olhadela a este indicador de nível e diz-me o que pensas…»"
Apenas um pequeno pedaço engraçado e “real” do dia-a-dia!
Fiquem bem
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sábado, 28 de julho de 2012
Difícil…….
Difícil ……………. Difícil, por vezes recordar algumas coisas, coisas que por mais enterradas estejam ………….. elas conseguem de tempos em tempos eclodir e deixar-nos átona!
No século passado, devia eu ter cerca de oito anos, estava eu brincando com um grupo de amigos junto ao rio Sorraia numa extremidade da vila de Samora Correia num local denominado “moinhos” (dado que em tempos existiram ali moinhos de vento).
Por algum motivo que não consigo recordar fiquei sozinho e fui brincar para junto da margem do rio, saltitando e brincando lá estava eu sozinho junto ao rio e envolto em vegetação numa linha de agua pluvial (separação dos moinhos com a quinta dos gatos), pois bem, a determinada altura comecei a ouvir um miar triste e aflito, fui me aproximando e encontrei um gato muito parecido com o da foto, encharcado e a tremer, não devia ter mais de um mês de vida! (era usual, hoje creio que menos, quando uma gata tinha crias deitar os filhotes ao rio! Pelo menos alguns, que eram considerados excedentes!)
Peguei nele, fiz algo parecido com uma bolsa com a camisa e lá fui eu para casa.
Não ia muito a vontade, sabia bem que ia ser complicado …………………
Vai já por este gato onde o encontras-te, não vês que o gato deve estar doente, não quero o gato cá em casa ………..etc………. e lá voltamos os dois ………….
O que se segue demorou mais de três horas;
De volta aos moinhos não fazia ideia de como solucionar a situação, tentei encontrar um local mais protegido, porem sempre que eu me afastava uma pouco o pequeno gato voltava as lamentações, eu voltava e fazendo-lhe festa ele sossegava, afastava-me e ele (ou ela) gritava, aproximava-me e aclamava, enfim as lágrimas caiam-me em cascatas que por vezes me turvavam a visão, enfim, complicado, resolvi então passear com ele ao colo ao longo da margem do rio, falando com ele e deixando o tempo passar (eu sabia que mais cedo ou mais tarde tinha que ir para casa) dado que assim possivelmente alguma solução poderia “cair do céu”, porem “nada” e “nada”, a dada altura reparei num pequeno saco de plástico transparente (tipo pacote de bolachas Maria) e então, chorando como creio que nunca mais chorei, soluçando desculpas, introduzi a pequena cabeça daquele inocente no saco e atirei-o a agua, vi-o a afundar e sentado chorei e chorei ………ainda hoje …………..
Fui para casa, nada me foi perguntado, nada eu falei sobre o assunto!
Recordar o primeiro amor, a primeira experiência sexual, é fantástico e até pode ser intenso, porem, para mim, recordar a primeira traição é duma intensidade bem maior!
Com o passar dos anos, claro que de tempos em tempos recordava-me……….
Já neste século, num fim-de-semana de ferias com umas amigas na zona da Caparica, tínhamos acabado de almoçar e resolvemos ir “a bica”, como o café era a uns meros trezentos metros fomos a pé, passado junto a um jardim ouvimos uns “miares” de chamamento, uma delas disse; pois, nesta casa não está ninguém a morar e certamente que alguém abandonou gatos aqui, não é a primeira vez!
Arrepiei-me quando um pequeno gato (amarelo riscado como o da foto, também igual ao dos moinhos) apareceu em cima do muro, disse a elas; vamos embora! E fomos, porem não é que o raio do gato começou a andar atrás de nós, eu só dizia para acelerar-mos o passo e andava cada vez mais depressa, não olhei para trás, apenas ouvia o miar que não parava, determinada altura, parei, olhei para trás, e falei alto a bom som; ok, ganhas-te!
Fui direito a ele, agarrei-o e levei-o para casa, creio que principalmente sentia uma divida “karmica” para com ele, porem, afinal ele era ela e ficou a ser conhecida por Ísis, andava comigo no carro, muitas das vezes em cima do meu ombro (no formato de papagaio), tinha um faro fantástico para descobrir problemas de saúde nos humanos, foram uns bons tempos!
Porem, um dia por motivos profissionais tive que mudar (de armas e bagagem) para os Açores sem qualquer possibilidade de a trazer, ela esta cheia, prenha, grávida, como quiserem! Tive que lhe dar outra casa ………. Mais uma vez ………. Voltei para casa sozinho …………………
Hoje (motivo de ter escrito) ao chegar a uma casa que estou usando provisoriamente por razões profissionais deparo-me com o animal da foto, pouco depois, aparece uma Júnior, depois outro e ainda outro, ou seja, estou numa casa isolada, é uma gata que teve crias e as está a criar no mato, e “prontes” lá fui comprar uma saco de comida, enchi uma tigela de comida, outra de agua e “prontes” ………………………………..
Fiquem bem
quarta-feira, 18 de julho de 2012
V I V A
Artigo do jornal "O Estado de São Paulo".
O cérebro humano mede o tempo por meio da
observação dos movimentos.
Se alguém colocar você dentro de uma sala
branca vazia, sem nenhuma mobília, sem
portas ou janelas, sem relógio....
você começará a perder a noção do tempo.
Por alguns dias, sua mente detectará a passagem
do tempo sentindo as reacções internas do seu corpo,
incluindo os batimentos cardíacos, ciclos de sono,
fome, sede e pressão sanguínea.
Isso acontece porque nossa noção de passagem
do tempo deriva do movimento dos objectos,
pessoas, sinais naturais e da repetição de
eventos cíclicos, como o nascer e o pôr do sol.
Compreendido este ponto, há outra coisa
que você tem que considerar:
Nosso cérebro é extremamente optimizado.
Ele evita fazer duas vezes o mesmo trabalho.
Um adulto médio tem entre 40 e 60 mil
pensamentos por dia.
Qualquer um de nós ficaria louco se o
cérebro tivesse que processar
conscientemente tal quantidade.
Por isso, a maior parte destes pensamentos
é automatizada e não aparece no índice
de eventos do dia e portanto, quando você
vive uma experiência pela primeira vez,
ele dedica muitos recursos para
compreender o que está acontecendo.
É quando você se sente mais vivo.
Conforme a mesma experiência vai se repetindo,
ele vai simplesmente colocando suas reacções
no modo automático e apagando as experiências
duplicadas.
Se você entendeu estes dois pontos, já vai
compreender porque parece que o tempo acelera,
quando ficamos mais velhos e porque os Natais
chegam cada vez mais rapidamente.
Quando começamos a dirigir automóveis, tudo
parece muito complicado, nossa atenção parece
ser requisitada ao máximo.
Então, um dia dirigimos trocando de marcha,
olhando os semáforos, lendo os sinais ou até falando
ao celular ao mesmo tempo.
Como acontece?
Simples: o cérebro já sabe o que está escrito nas
placas (você não lê com os olhos, mas com a imagem
anterior, na mente); O cérebro já sabe qual marcha
trocar (ele simplesmente pega suas experiências
passadas e usa , no lugar de repetir
realmente a experiência).
Ou seja, você não vivenciou aquela
experiência, pelo menos para a mente.
Aqueles críticos segundos de troca de marcha,
leitura de placa são apagados de sua noção
de passagem do tempo.
Quando você começa a repetir algo
exactamente igual, a mente apaga a
experiência repetida.
Conforme envelhecemos as coisas começam a
se repetir - as mesmas ruas, pessoas, problemas,
desafios, programas de televisão, reclamações, enfim...
as experiências novas
(aquelas que fazem a mente parar e pensar de verdade,
fazendo com que seu dia pareça ter sido longo e cheio de
novidades),
vão diminuindo.
Até que tanta coisa se repete que fica difícil dizer
o que tivemos de novidade na semana, no ano ou,
para algumas pessoas, na década.
Em outras palavras, o que faz o tempo
parecer que acelera é a...
ROTINA
A rotina é essencial para a vida e optimiza muita coisa, mas
a maioria das pessoas ama tanto a rotina que, ao longo da vida, seu diário
acaba sendo um livro de um só capítulo, repetido todos os anos.
Felizmente há um antídoto para a aceleração do tempo:
M& M(Mude e Marque).
Mude, fazendo algo diferente e marque, fazendo
um ritual, uma festa ou registros com fotos.
Aprenda uma nova língua, ou um novo instrumento
Mude de paisagem, tire férias com a família
(sugiro que você tire férias sempre e, preferencialmente,
para um lugar quente, um ano, e frio no seguinte) e
marque com fotos, cartões postais e cartas.
Tenha filhos ou animais de estimação
(eles destroem a rotina)
Sempre faça festas de aniversário e para você
(marcando o evento e diferenciando o dia).
Use e abuse dos rituais para tornar
momentos especiais diferentes
de momentos usuais.
Faça festas de noivado, casamento, 15 anos,
bodas disso ou daquilo, bota-foras, participe do
aniversário de formatura de sua turma, visite parentes
distantes, entre na universidade com 60 anos,
troque a cor do cabelo, deixe a barba, tire a barba,
compre enfeites diferentes no Natal, vá a shows,
cozinhe uma receita nova, tirada de um livro novo.
Escolha roupas diferentes, não pinte a
casa da mesma cor, faça diferente.
Beije diferente sua paixão e viva com
ela momentos diferentes.
Vá a mercados diferentes, leia livros diferentes,
busque experiências diferentes.
Seja Diferente!
Se você tiver dinheiro, especialmente se
já estiver aposentado, vá com seu marido, esposa ou
amigos para outras cidades ou países,
veja outras culturas, visite museus estranhos,
deguste pratos esquisitos....
em outras palavras... V-I-V-A. !!!
Porque se você viver intensamente
as diferenças, o tempo vai parecer mais longo.
E se tiver a sorte de estar casado(a) com alguém
disposto(a) a viver e buscar coisas diferentes,
seu livro será muito mais longo, muito mais
interessante e muito mais v-i-v-o... do que
a maioria dos livros da vida que existem por aí.
Cerque-se de amigos.
Amigos com gostos diferentes, vindos de
lugares diferentes e que gostam de
comidas diferentes.
Enfim, acho que você já entendeu
o recado, não é?
Boa sorte em suas experiências para
expandir seu tempo, com qualidade,
emoção, rituais e vida.
ESCREVA AmaNhosdiFeRenTese
em CorEem TS difErEntEs!
CRIE, RECORTE, PINTE, RASGUE,
MOLHE,DOBRE, INVENTE,REINVENTE...
V I V A !!!
Fiquem bem
segunda-feira, 16 de julho de 2012
Comunicação, aquela malvada ...............
Conta uma lenda que
Ruy Barbosa ao chegar a casa, certo dia, ouviu um barulho estranho vindo do seu
quintal. Foi averiguar e constatou haver um ladrão tentando levar seus patos de
criação.
Aproximou-se vagarosamente do indivíduo e, surpreendendo-o ao tentar
pular o muro com seus patos, disse-lhe:
“- Oh, bucéfalo anácrono!!!… Não o
interpelo pelo valor intrínseco dos bípedes palmípedes, mas sim pelo ato vil e
sorrateiro de profanares o recôndito da minha habitação, levando meus ovíparos
à sorrelfa e à socapa.
Se fazes isso por necessidade, transijo; mas se é para
zombares da minha elevada prosopopéia de cidadão digno e honrado, dar-te-ei com
minha bengala fosfórica, bem no alto da tua sinagoga, e o farei com tal ímpeto
que te reduzirei à quinquagésima potência que o vulgo denomina nada”.
E o ladrão, confuso,
diz: “- Dotô, resumino… Eu levo ou dexo os pato???
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sexta-feira, 13 de julho de 2012
A nossa geração fod## a próxima, dedicado aos papás!
Para meditar ..... Se quiserem ...............
Para que todos meditem…esta é uma realidade muito presente na nossa sociedade, e em especial da nossa geração.
INFELIZMENTE! Muitos dos nossos filhos irão ficar bastante mal com a nossa ausência …será o fim do sonho de abundância que ficticiamente a CEE e particularmente a Zona Euro, através da banca, induziu na sociedade liberal que criou. O problema é que Portugal está cheio de Nunos destes...
Todos nós conhecemos alguns... UM SEMESTRE BASTOU PARA FURAR AS CONTAS AO NUNO...! Nuno vivia com o pai, reformado da Tabaqueira. Abandonou no 2º ano o curso de Química após a morte da mãe, professora reformada.
Foi trabalhar para os serviços externos num laboratório de análises clínicas, ganhando 650 euros. Viviam numa vivenda alugada pelos pais por 450 euros no Algueirão e o pai tinha de reforma, já com o complemento da mãe, 1800 euros mensais. Nuno não pagava nada em casa. Os gastos da casa em alimentação, energia, agua, áudio-visual, limpeza e tratamento de roupa eram suportados voluntariamente pelo pai.
A totalidade dos 650 euros do seu salário estava destinado às suas despesas extras mensais: almoços (200 euros), carro e gasolina (120 euros), telemóvel e Internet (30 euros), tabaco e café (75 euros), futebol (50 euros), bares, discotecas, festas e concertos (120 euros). Nuno teve uma infância feliz. Apesar dos pais não serem ricos, proporcionaram-lhe condições de vida da chamada classe média, quer nos estudos e nas férias, quer na mesada para os gastos. Foi assim na infância, na adolescência e até aos 28 anos de idade.
Mas o pai faleceu em Outubro do ano passado com um ataque cardíaco. O pai tinha algumas poupança e o Nuno após o funeral comprou um Fiat Brava Novinho em folha e foi 2 semanas com a namorada para umas férias de sonho, bem merecidas, para a República Dominicana. Quando regressaram, Lina, a namorada, de 24 anos e a tirar o curso de relações internacionais, mudou-se com armas e bagagens para a vivenda do Algueirão!
Em Janeiro passado a senhoria informou-o da actualização da renda que tinha de passar para os 600 euros e o Nuno teve de ir alugar uma casa de 2 quartos num 3 andar de um prédio modesto no casal de Sº. Brás por 300 euros e levar consigo a namorada! Em Março para além da renda, tinha na caixa do correio a facturas da luz com 80 euros, da água com 17 euros, do gás com 12 euros e 42 euros da TV cabo. Nunca lhe tinha passado pela cabeça que estes serviços eram pagos...ai que saudades ele tem daquelas meias horas debaixo do chuveiro, na casa do pai, com água bem quentinha!
Prestes a fazer 29 anos e com a memória ainda cheia de 28 anos de boa vida, que se diga de passagem que já ninguém lhe tira, o Nuno é confrontado pela primeira vez na sua vida que no dia 23 de Março, quando ainda faltavam 7 dias para o final do mês, não tinha dinheiro suficiente nem para a gasolina nem para comer.
Nem queria acreditar, até chegou a admitir que tinha sido vítima de algum roubo. A escassez e a falta de dinheiro, e a boa vida a esfumar-se, originou as discussões na união quase de facto. A Lina, teve de optar entre o confortável quarto da casa da mãe com toda a assistência incluída ou a vida abarracada que lhe proporcionava o namorado.
Claro que grande parva que ela era se ficasse a viver numa casa onde a única coisa abundante no frigorífico era o gelo! Nuno fica sozinho e começa a meditar..."como era possível viver sem fumar (10 maços por mês), sem beber café (60 cafés por mês), sem ir de carro para o trabalho (60 litros por mês), sem ir ao futebol (2 vezes por mês), sem internet e sem telemóvel, sem TV Cabo, sem ir beber umas bejekas para o "bairro" às sextas-feiras?"
Como podia passar a vida a ver como consegue esticar os 650 euros de salário só para o aluguer de casa, alimentação, agua, gás e luz? Ainda por cima a ter de fazer as contas à vida sempre que vai ao supermercado adquirir os alimentos... que saudades tem daquela cataplana de marisco que o pai fazia soberbamente! A poupança que os pais fizeram tão zelosamente foi-se... a espaçosa casa com jardim foi-se... o orçamento familiar suportado com a razoável reforma do pai foi-se... A namorada foi-se... longe de isso lhe equilibrar as contas, limita-se a adiar o agravamento das dívidas!
Como num semestre a vida do Nuno ficou esburacada pela realidade da vida! Nuno não é duma geração rasca. A vida actual da sua geração é que o enrascou!
Vitor Magro
Fiquem bem
sábado, 30 de junho de 2012
Flatular
Quando (se)
encontrarem uma mulher que solta gases à vontade, denuncie-a à comunidade
científica. Este é um dos grandes tabus culturais femininos que provoca prisão
de ventre e problemas gastrointestinais, tudo em nome de convenções sociais
absurdas. Urgentemente precisamos de cursos que ensinem as mulheres as subtis
técnicas de emissão de peidos mudos, surdos e cegos, pelo menos é isto que os
homens acreditam que fazem quando se despressurizam em público!
Fiquem bem
Os 14 preceitos do Ser Integrado
Existem neste texto muitas semelhanças com alguns preceitos
cristãos... talvez porque a única religião verdadeira é a do Amor e da Vida e
nenhum 'ismo' criado pelo Homem.
Os catorze preceitos da Ordem do Ser Integrado
por Thich Nhat Hanh (Mestre Zen)
1. Não idolatrar nenhuma doutrina, teoria ou ideologia, seja qual for (incluindo o Budismo). Os sistemas de pensamento budistas deveriam ser considerados como guias para a prática e não como a verdade absoluta.
2. Não imaginar-se possuidor de um saber imutável ou da verdade absoluta. Deve-se evitar a estreiteza mental e o apego aos próprios pontos de vista. Aprender e praticar a estrada do desapego com o propósito de permanecer aberto aos pontos de vista dos outros. A verdade só pode ser encontrada na vida e não nos conceitos. É fundamental estar disposto a continuar a aprender durante toda a vida e observar a vida em si mesmo no mundo.
3. Não forçar os outros, incluindo as crianças, a adoptar os nossos pontos de vista por quaisquer meios sejam quais forem: autoridade, ameaça, dinheiro, propaganda ou educação. Respeitar as diferenças entre os seres humanos e a liberdade de opinião de cada um. Saber, porém, usar o diálogo para ajudar os outros a renunciar ao fanatismo e à estreiteza de espírito.
4. Não evitar o contacto com o sofrimento nem fechar os olhos perante ele. Não perder a plena consciência da existência do sofrimento no mundo. Encontrar meios de aproximação aos que sofrem, seja por contactos pessoais, visitas, imagens, sons... Despertar em si e nos demais a consciência da realidade do sofrimento no mundo.
5. Não acumular dinheiro nem nenhum bem ambiciosamente enquanto milhões de seres sofrem fome. Não converter a glória, o lucro, a riqueza ou os prazeres sensuais em metas de vida. Viver simplesmente e compartilhar o tempo, a energia e os seus recursos pessoais com aqueles que estão a passar necessidades.
Os catorze preceitos da Ordem do Ser Integrado
por Thich Nhat Hanh (Mestre Zen)
1. Não idolatrar nenhuma doutrina, teoria ou ideologia, seja qual for (incluindo o Budismo). Os sistemas de pensamento budistas deveriam ser considerados como guias para a prática e não como a verdade absoluta.
2. Não imaginar-se possuidor de um saber imutável ou da verdade absoluta. Deve-se evitar a estreiteza mental e o apego aos próprios pontos de vista. Aprender e praticar a estrada do desapego com o propósito de permanecer aberto aos pontos de vista dos outros. A verdade só pode ser encontrada na vida e não nos conceitos. É fundamental estar disposto a continuar a aprender durante toda a vida e observar a vida em si mesmo no mundo.
3. Não forçar os outros, incluindo as crianças, a adoptar os nossos pontos de vista por quaisquer meios sejam quais forem: autoridade, ameaça, dinheiro, propaganda ou educação. Respeitar as diferenças entre os seres humanos e a liberdade de opinião de cada um. Saber, porém, usar o diálogo para ajudar os outros a renunciar ao fanatismo e à estreiteza de espírito.
4. Não evitar o contacto com o sofrimento nem fechar os olhos perante ele. Não perder a plena consciência da existência do sofrimento no mundo. Encontrar meios de aproximação aos que sofrem, seja por contactos pessoais, visitas, imagens, sons... Despertar em si e nos demais a consciência da realidade do sofrimento no mundo.
5. Não acumular dinheiro nem nenhum bem ambiciosamente enquanto milhões de seres sofrem fome. Não converter a glória, o lucro, a riqueza ou os prazeres sensuais em metas de vida. Viver simplesmente e compartilhar o tempo, a energia e os seus recursos pessoais com aqueles que estão a passar necessidades.
6. Não conservar a raiva ou o ódio em si. Aprender a examinar e a transformar a raiva e o ódio quando eles ainda não são nada mais que sementes nas profundezas da consciência. Quando a raiva e o ódio se manifestarem, devemos focar a atenção na respiração e observar de maneira intensa com o propósito de ver e compreender a natureza desta raiva ou ódio, assim como também a natureza das pessoas que supostamente são a sua causa. Aprender a olhar todos os seres com os olhos da compaixão.
7. Não se perder deixando-se levar pela distracção ou pelos acontecimentos externos. Praticar a respiração consciente e focar a atenção no que está a acontecer no momento presente. Entrar em contacto com tudo aquilo que seja maravilhoso, pleno de vigor e de frescor. Semear em si as sementes da paz, da felicidade e da compreensão com o propósito de ajudar o processo de transformação nas profundezas da consciência.
8. Não pronunciar palavras que possam semear a discórdia e causar a desarmonia na comunidade. Por palavras serenas e com actos apaziguadores, fazer todo o esforço possível para ajudar à reconciliação e à resolução de todos os conflitos, por menores que sejam.
9. Não dizer falsidades para preservar o próprio interesse ou impressionar a outrem. Não pronunciar palavras que semeiem a divisão e o ódio. Não difundir notícias sem a segurança de que elas estão certas. Não criticar nem condenar aquilo sobre o que não se está seguro. Falar sempre com honestidade e de um modo construtivo. Ter a coragem de dizer a verdade sobre as situações injustas mesmo que a nossa própria segurança esteja ameaçada.
10. Não usar a comunidade religiosa para o interesse pessoal nem a transformar num partido político. A comunidade em que se vive deve, sem embargo, ter uma posição clara contra a opressão e a injustiça e esforçar-se para alterar a situação sem se comprometer em conflitos partidários.
11. Não exercer profissões que possam causar dano aos os seres humanos ou à natureza. Não investir nas companhias que exploram os seres vivos. Escolher uma ocupação que ajude a realizar o próprio ideal de vida com compaixão.
12. Não matar. Não permitir que outros matem. Procurar todos os meios possíveis para proteger a vida e prevenir a guerra. Trabalhar para o estabelecimento da paz.
13. Não querer possuir qualquer coisa que pertença a outrem. Respeitar os bem dos outros, mas procurar impedir qualquer enriquecimento à custa do sofrimento de outros seres vivos.
14. Não maltratar o corpo, aprender a respeitá-lo. Não o considerar unicamente como um instrumento. Preservar a energia vital (sexual, respiratória e do sistema nervoso) pela prática do Caminho. A expressão sexual não se justifica sem amor profundo e sem compromisso. Concernente às relações sexuais, tomar consciência do sofrimento que pode ser causado a outras pessoas no futuro. Para preservar a felicidade dos outros é necessário respeitar os seus direitos e compromissos. Ser completamente consciente da própria responsabilidade no momento de decidir trazer para o mundo uma nova vida. Meditar sobre o mundo para o qual nós trazemos estes seres."
Alguns comentários:
3 Preceitos do Ser LIVRE:
1. Não Seguir Moralismos (Respeitarmos a Nossa Liberdade e Inteligência, Recusando as Imposições de Moralistas)
2. Compreender e Aprender em vez de Imitar ou Repetir.
3. Ser Exemplar (Ser Consciente = Ser Alegre, Feliz, Inteligente, Amistoso, Respeitador, Responsável, LIVRE)
Quando no Zen e no Budismo falam de Desejo por favor entenda-se Possessividade.
Se o Amor é uma Dádiva eu tenho que Ter Amor para Dar e para Dar tenho que Desejar Partilhar, tenho que QUERER.
Sem Desejo de Conhecimento Permanece-se na Ignorância.
Desejando aquilo que não nos é benéfico SOFREMOS as Consequências da sua obtenção ou a Frustração gerada pela falta de Compreensão das Expectativas e da Natureza da Vida que muitas vezes não nos dá aquilo que desejamos por ser o pior para nós mas pela Infantilidade que caracteriza o Homem prontamente se Culpa "Deus" ou o "Diabo" (os Outros) pela Sofrimento por Nós Criados por isso quando Buda diz que o Desejo é a Causa do Sofrimento é Relativo pois o Sofrimento nem Existe, é Criado pela Ignorância, sendo a componente emocional da estupidez.
Todos nós fazemos coisas muito estúpidas, e tanto a estupidez como a ignorância podem ser Belas... se nós simplesmente Aprendermos com elas para que não estejamos no Ciclo Repetitivo dos Mesmos Erros...
Liberdade, Respeito, Responsabilidade.
Uma Bela Sagrada Trindade...
Quanto ao Cristianismo existe uma frase muito Interessante e Engraçada que diz:
"O Cristianismo Comprova de Facto a Existência de Milagres... pois só por Milagre se pode Acreditar em Tamanha Estupidez!"
A História do Leão Jesus é uma coisa a Escravização Subversiva do Cristianismo é outra...
Jesus é o EXEMPLO da Coragem, da Determinação, da Integridade de um Homem que Jamais Vergou, Jamais Traiu a Sua Verdade, Jamais se Vendeu, por isso Hoje em Dia as pessoas escolhem a Mentira.... porque dizer a Verdade, Ser Sincero, Honesto, Integro, Autentico, Custa Muito... mas Será a Falsidade um VALOR ou Será a Honestidade um VALOR? Então Independentemente do CUSTO (Anti-Valor) Haverá Maior Alegria, Maior Honra, Maior Dignidade do que Ter a Coragem de Ser Honesto, por exemplo?!?!????
A Compaixão não é só estar lá no momento de tristeza e de dor mas também no de alegria e na sua Componente Activa Compaixão é ter a Coragem de Causar Dor Dizendo a Verdade por Exemplo...
A Piedade Cristã é a Anti-Compaixão.
Se tens pena do outro pois achas a Dor má e coitadinho vai sofrer então és capaz de lhe mentir, de TRAIR a CONFIANÇA de que ao menos tu não lhe mentes, para que ele não sofra, belo Santo és ó Cristão...
Entre Santos e Pecadores, quais os maiores Destruidores...
Se Deus é Amoroso e Compassivo então ele não me vai castigar mas sim compreender e ajudar a aprender com o meu erro para que me continue a aperfeiçoar...
Como disse Osho "Jesus disse que Deus é Amor, se fosse uma Mulher teria dito que o Amor é Deus pois Deus é um Conceito Mental, uma Hipótese, tem que ser Secundário pois o Amor é Real, Sente-se, Vive-se..."
Se Deus quer que lhe façam a Vontade então vá pra Fila porque isso é o que Todos Querem... será que é por isso que Todos somos Deus? hehehe
Será que é por isso que somos filhos de Deus porque andamos todos a chorar feitos bébés por não nos fazerem as vontades? :)
1. Não Seguir Moralismos (Respeitarmos a Nossa Liberdade e Inteligência, Recusando as Imposições de Moralistas)
2. Compreender e Aprender em vez de Imitar ou Repetir.
3. Ser Exemplar (Ser Consciente = Ser Alegre, Feliz, Inteligente, Amistoso, Respeitador, Responsável, LIVRE)
Quando no Zen e no Budismo falam de Desejo por favor entenda-se Possessividade.
Se o Amor é uma Dádiva eu tenho que Ter Amor para Dar e para Dar tenho que Desejar Partilhar, tenho que QUERER.
Sem Desejo de Conhecimento Permanece-se na Ignorância.
Desejando aquilo que não nos é benéfico SOFREMOS as Consequências da sua obtenção ou a Frustração gerada pela falta de Compreensão das Expectativas e da Natureza da Vida que muitas vezes não nos dá aquilo que desejamos por ser o pior para nós mas pela Infantilidade que caracteriza o Homem prontamente se Culpa "Deus" ou o "Diabo" (os Outros) pela Sofrimento por Nós Criados por isso quando Buda diz que o Desejo é a Causa do Sofrimento é Relativo pois o Sofrimento nem Existe, é Criado pela Ignorância, sendo a componente emocional da estupidez.
Todos nós fazemos coisas muito estúpidas, e tanto a estupidez como a ignorância podem ser Belas... se nós simplesmente Aprendermos com elas para que não estejamos no Ciclo Repetitivo dos Mesmos Erros...
Liberdade, Respeito, Responsabilidade.
Uma Bela Sagrada Trindade...
Quanto ao Cristianismo existe uma frase muito Interessante e Engraçada que diz:
"O Cristianismo Comprova de Facto a Existência de Milagres... pois só por Milagre se pode Acreditar em Tamanha Estupidez!"
A História do Leão Jesus é uma coisa a Escravização Subversiva do Cristianismo é outra...
Jesus é o EXEMPLO da Coragem, da Determinação, da Integridade de um Homem que Jamais Vergou, Jamais Traiu a Sua Verdade, Jamais se Vendeu, por isso Hoje em Dia as pessoas escolhem a Mentira.... porque dizer a Verdade, Ser Sincero, Honesto, Integro, Autentico, Custa Muito... mas Será a Falsidade um VALOR ou Será a Honestidade um VALOR? Então Independentemente do CUSTO (Anti-Valor) Haverá Maior Alegria, Maior Honra, Maior Dignidade do que Ter a Coragem de Ser Honesto, por exemplo?!?!????
A Compaixão não é só estar lá no momento de tristeza e de dor mas também no de alegria e na sua Componente Activa Compaixão é ter a Coragem de Causar Dor Dizendo a Verdade por Exemplo...
A Piedade Cristã é a Anti-Compaixão.
Se tens pena do outro pois achas a Dor má e coitadinho vai sofrer então és capaz de lhe mentir, de TRAIR a CONFIANÇA de que ao menos tu não lhe mentes, para que ele não sofra, belo Santo és ó Cristão...
Entre Santos e Pecadores, quais os maiores Destruidores...
Se Deus é Amoroso e Compassivo então ele não me vai castigar mas sim compreender e ajudar a aprender com o meu erro para que me continue a aperfeiçoar...
Como disse Osho "Jesus disse que Deus é Amor, se fosse uma Mulher teria dito que o Amor é Deus pois Deus é um Conceito Mental, uma Hipótese, tem que ser Secundário pois o Amor é Real, Sente-se, Vive-se..."
Se Deus quer que lhe façam a Vontade então vá pra Fila porque isso é o que Todos Querem... será que é por isso que Todos somos Deus? hehehe
Será que é por isso que somos filhos de Deus porque andamos todos a chorar feitos bébés por não nos fazerem as vontades? :)
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