sábado, 28 de abril de 2012

O Palhaço!

Mexendo no baú!

Para se parar um pouco e interiorizar, coisa que se faz cada vez menos!

 "Diz uma história que numa cidade apareceu um circo, e que entre seus artistas havia um palhaço com o poder de divertir, sem medida, todas as pessoas da plateia. O riso era tão bom, tão profundo e natural, que se tornou terapêutico.

Todos os que padeciam de tristezas agudas ou crónicas eram indicados pelo médico do lugar para que assistissem ao tal artista que possuía o dom de eliminar as angústias.

Um dia porém um morador desconhecido, tomado de profunda depressão, procurou o doutor. O médico então, sem reputar, indicou o circo como o lugar de cura de todos os males daquela natureza, de abrandamento de todas as dores da alma, de iluminação de todos os cantos escuros do nosso jeito perdido de ser. O homem nada disse, levantou-se, caminhou em direcção à porta e quando já estava saindo, virou-se, olhou o médico nos olhos e sentenciou: "não posso procurar o circo... aí está o meu problema: eu sou o palhaço".

 Como professor vejo que, às vezes, sou esse palhaço, alguém que trabalhou para construir os outros e não vê resultado muito claro daquilo que faz. Tenho a impressão que ensino no vazio (e sei que não estou só nesse sentimento) porque depois de formados meus ex-alunos parecem que se acostumam rapidamente com aquele mundo de iniquidades que combatíamos juntos.

Parece que quando meus meninos(as) caem no mercado de trabalho a única coisa que importa é quanto cada um vai lucrar, não importando quem vai pagar essa conta e nem se alguém vai ser lesado nesse processo. Aprenderam rindo, mas não querem passar o riso à frente e nem se comovem com o choro alheio. Digo isso, até em tom de desabafo, porque vejo que cada dia mais meus alunos se gabam de desonestidades. Os que passam os outros para trás são heróis e os que protestam são otários, idiotas ou excluídos: é uma total inversão dos valores!

 Vejo que alguns professores partilham das mesmas ideias e as defendem em sala de aula e na sala de professores e se vangloriam disso. Essa ideia vem me assustando cada vez mais, desde que repreendi, numa conversa com alunos, o comportamento do cantor Zeca Pagodinho, no episódio da guerra das cervejas e quase todos disseram que o cantor estava certo, tontos foram os que confiaram nele. "O importante, professor, é que o cara embolsou milhões", disse-me um; outro: "daqui a pouco ninguém lembra mais, no Brasil é assim, e ele vai continuar sendo o Zeca, só que um pouco mais rico", todos se entreolharam e riram, só eu, bobo que sou, fiquei sem graça. O pior é quando a gente se dá conta que no Brasil é assim mesmo, o que vale é a lei de Gérson: "o importante é levar vantagem em tudo". ( Lei de Gerson... dá para rir...)

 A pergunta é: É possível, pela lógica, que todo mundo ganhe? Para alguém ganhar é óbvio que alguém tem de perder. A lógica é guardar o troco a mais recebido no caixa do supermercado; é enrolar a aula fingindo que a matéria está sendo dada; é fingir que o caderno está aberto na matéria dada, mas usá-lo como apoio enquanto se joga forca, batalha naval ou jogo da velha; é cortar a fila do cinema ou da entrada do show; é dizer que leu o livro, quando ficou só no resumo ou na conversa com quem leu; é marcar só o gabarito na prova em branco, copiado do vizinho, alegando que fez as contas de cabeça; é comprar na feira uma dúzia de quinze laranjas; é bater num carro parado e sair rápido antes que alguém perceba; é brigar para baixar o preço mínimo das refeições nos restaurantes universitários, para sobrar mais dinheiro para a cerveja da tarde; é arrancar as páginas ou escrever nos livros das bibliotecas públicas; é arrancar placas de trânsito e colocá-las de enfeite no quarto; é trocar o voto por empregos, pares de sapato ou cestas básicas; é fraude da propaganda política mostrando realizações que nunca foram feitas. É a lógica da perpetuação da burrice. Quando um país perde, todo mundo perde. E não adianta pensar que logo bateremos no fundo do poço, porque o poço não tem fundo.

Parafraseando Schopenhauer: "Não há nada tão desgraçado na vida da gente que ainda não possa ficar pior".

Se os desonestos voassem, nós nunca veríamos o sol. Felizmente há os descontentes, os lutadores, os sonhadores, os que querem manter o sol aceso, brilhando e no alto. A luz é e sempre foi a metáfora da inteligência. No entanto, de nada adianta o conhecimento sem o carácter.

Que nas escolas seja tão importante ensinar Literatura, Matemática ou História quanto decência, senso de colectividade, coleguismo e respeito por si e pelos outros. Acho que o mundo (e, sobretudo, o Brasil) precisa mais de gente honesta do que de literatos, historiadores ou matemáticos.

 Ou o Brasil encontra e defende esses valores e abomina Zecas, Gérsons, Dirceus, Dudas e todos os marketeiros que chamam desonestidades flagrantes, de espertezas técnicas, ou o Brasil passa de país do futuro o para país do só furo. De um Presidente da República espera-se mais do que choro e condecoração a garis honestos, espera-se honestidade em forma de trabalho e transparência. De professores, espera-se mais que discurso de bons modos, espera-se que mereçam o salário que ganham (pouco ou muito) agindo como quem é honesto. A honestidade não precisa de propaganda, nem de homenagens, precisa de exemplos.

 Quem plantar joio, jamais colherá trigo.

 Quando reflexões assim são feitas cada um de nós se sente o palhaço perdido no palco das ilusões. A gente se sente vendendo o que não pode viver, não porque não mereça, mas porque não há ambiente para isso. Quando seria de se esperar uma vaia colectiva pelo tombo, pelo golpe dado na decência, na coerência, na credibilidade, no senso de respeito, vemos a população em coro delirante gritando "bis" e, como todos sabemos, um bis não se despreza. Então, uma pirueta, duas piruetas, bravo ! bravo ! E vamos todos rindo e afinando o coro do "se eu livrar a minha cara o resto que se dane".

 Enquanto isso o Brasil de irmã Dulce, de Manuel Bandeira, do Betinho, de Clarice Lispector, de Chiquinha Gonzaga e de muitos outros heróis anónimos que diminuíram a dor desse país com a sua obra, levanta-se, caminha em silêncio até a porta, vira-se e diz: "Esse é o problema... eu sou o palhaço"."

 Nailor Marques Júnior

Fiquem Bem

terça-feira, 24 de abril de 2012

Facebook, vicio do século XXI !?!?

Será que o face não é simplesmente uma nova televisão que como qualquer droga nos afasta da realidade?
Segundo o Facebook Portugal;
“Foi hoje divulgado nos media uma doença que já tem nome e tudo, causada pelo Facebook. Intitularam a doença como FAD acrónimo do Inglês Facebook Addiction Disorder quem português significa Desordem causada pelo Vicio do Facebook. À semelhança de outros vícios o vicio do Facebook ou de outras redes sociais como o Twitter ou o HI5, os prejuízos na saúde e nas relações “normais” podem ser grandes. Não creio que o vicio seja nocivo como o vicio do tabaco, em que é o próprio consumo o problema, na minha opinião o maior dos problemas do Vicio do Facebook será a ansiedade e irritabilidade que a abstinência causa, entendo por abstinência os períodos de tempo em que não temos acesso acesso. Os causadores da dependência podem ser vários, pode ser o simples jogo como o farmville ou até relações que existem apenas na rede social, outro dos problemas não relacionados com a saúde física que a dependência das redes sociais, neste caso o Facebook, pode trazer é a perda de capacidade de convivência real com pessoas, no Facebook não conseguimos ter a percepção física das reacções da outra pessoa, o que talvez aumente a nossa confiança o que nos levará com certeza a dizer coisas que pessoalmente não diríamos, no fundo somos transportados para um nível de confiança pessoal que não temos em mais nenhum lugar, este nível de confiança excessivo pode provocar algum género de stress quando enfrentamos uma relação ou dialogo físico com alguém, e a incapacidade de reagir a situações reais poderá conduzir a outro género de problemas de saúde mental que desconheço, a palavra que me ocorre é frustração. Pelo exposto no parágrafo anterior, o vício do Facebook, pode funcionar como o refúgio do mundo das relações pessoais, causando inadaptação social e isto é muito grave. O melhor é evitar a viciação, para isso tenta sempre que podes interagir com pessoas, sai de casa… caso não te consigas afastar mais do que algumas horas dos mundos virtuais é melhor tentares aumentar os períodos de abstinência, até ao ponto em que não te faça diferença estar uma semana sem vida virtual. Caso não o consigas fazer, consulta ajuda especializada, ou fala com outras pessoas e ouve as suas opiniões, mas o melhor e mais certo é consultar um medico ou um psicólogo, não há que ter vergonha, vergonha será teres que viver com um problema que te pode prejudicar muito na vida.”
Segundo o Tecmundo;
"Uma pesquisa realizada pela empresa Internet Time Machine, especializada em tendências da web, apontou que a dependência de uso da rede social Facebook já é um dos assuntos mais procurados da rede, ficando à frente de vícios como sexo ou cigarro. De acordo com o ranking da empresa, o Facebook está no topo dos vícios digitais listados e, por isso, é natural que um número maior de pessoas busquem auxílio para seus problemas na própria rede. “A grande quantidade de meios de comunicação disponíveis e o aumento no número de informações criou um problema para os usuários com personalidades aditivas”, destaca o relatório da companhia. A facilidade de acesso à rede, via tablets, celulares, computadores e TVs é outro elemento potencializador. Na lista geral de dependências, o alcoolismo aparece em primeiro lugar. Drogas como heroína ou cocaína também ocupam posições de destaque. O Facebook é o décimo sexto no ranking. Para se ter uma ideia do tamanho do problema, nos últimos dias o termo “Dependência de Facebook” foi procurado 121,8 milhões de vezes."
Para quem gosta de números a máxima;
"Um terço das mulheres entre os 18 e os 34 anos vai ao Facebook assim que acordam de manhã. A conclusão é de um estudo levado a cabo pela Oxygen Media em parceria com a Lightspeed Research, nos Estados Unidos. Segundo os responsáveis pela investigação, as mulheres jovens estarão a ficar cada vez mais viciadas e dependentes das redes sociais, nomeadamente do Facebook. O estudo, realizado entre Maio e Junho deste ano, teve em conta os hábitos de 1605 adultos no que diz respeito à utilização da Internet como meio sociável. Os números indicam que 21 por cento das mulheres entre os 18 e os 34 anos de idade vão ao Facebook a meio da noite, e 42 por cento do mesmo grupo considera inofensivo publicar ali fotografias suas comprometedoras. Muitos são também os que utilizam o Facebook para perseguir os chamados frenemies - pessoas de quem são amigas na rede social, mas de quem não gostam na vida real – (58 por cento), ou fazem dele uma ferramenta para conhecer novas pessoas e fazer novas amizades (63 por cento). A rede social é também usada para terminar relacionamentos: nove por cento das mulheres confessa já tê-lo feito, contra 24 por cento dos homens."
Num formato interessante o António Borba escreve;
"É redundante dizer que Mark Zuckerberg foi muito inteligente ao criar o Facebook. E, como as mídias sociaisfazem parte do meu trabalho, costumo analisar os aspectos que levam as pessoas a utilizarem avidamente os novos recursos. Mais precisamente, sempre me pergunto “por que esse produto fez sucesso” ou “o que leva as pessoas à compulsão“? No caso do Facebook, eu acredito que o principal ”fator de vício” são as famosas notificações, como essa imagem exageradamente desproporcional exibida acima. É o primeiro lugar que o usuário olha quando abre a página. Os números em vermelho chamam e compelem ao clique. Eles remetem àinteração, atiçam a curiosidade e trazem a promessa de algo positivo: comentários, “curtir“, compartilhamentos, enfim, sucesso e prestígio no conteúdo social publicado pelo usuário, além depessoas querendo se comunicar. Situações similares ocorrem em outras interfaces. Todas elas são planejadas cuidadosamente para levar à compulsão, para não dizer ao vício, e o BlackBerry é um super clássico nesse assunto. Quando dominava a cena dos celulares corporativos, foi apelidado de CrackBerry e dado como responsável por diversas síndromes relacionadas à ansiedade que acometeram executivos ao redor do mundo. Dizem que até mesmo suicídios tiveram como causa os distúrbios provenientes do uso exagerado do aparelho da RIM(Research in Motion, o fabricante). E como exatamente o BlackBerry conquistou esse duvidoso apelido? Além da interface simples e prática, integração com Outlook, e-mails em tempo real e um conveniente teclado na época “pré-touch“, o “fator de vício” do smartphone se deu muito antes do Facebook, através de uma sacada muito simples:
Ou seja, não foi o Facebook que inventou o vermelho em cima do azul, na verdade o primeiro contato em massa que o mundo teve com esse símbolo de interação foi através do celular. Não preciso dizer que a união Facebook + BlackBerry, assim como Facebook + Apple e assim por diante, pode ser extremamente viciante a ponto de tornar as pessoas escravas da telinha em seus momentos mais íntimos. Até que ponto esse vício, que atrapalha a produtividade e interfere na vida social das pessoas, deve ser combatido? Você sabe avaliar o impacto em sua vida? Se você já se flagrou preocupado porque não fez o check-in e seu celular não acha o sinal, ou no meio da reunião com os amigos não conseguindo largar a telinha, é bom se preocupar. Desviciando Eu achava que minha compulsão pelo Facebook estava sendo exagerada. De fato, há dias em que passo muitas horas ligado na rede social, mas geralmente isso é fruto das atribuições do meu trabalho naMagic Web Design, ou, ainda, consequência de uma tarde em casa organizando meus arquivos, quando o Facebook fica aberto em segundo plano. Entretanto, o que estava me incomodando era justamente a tal notificação no BlackBerry e a “necessidade” ou “péssimo hábito” de verificar o celular várias vezes ao dia quando fora de casa. Foi então que decidi, durante as férias de fim de ano, passar pelo menos 5 dias sem contato com o computador e com o Facebook. Para isso, desinstalei o app do meu BlackBerry Bold e saí em viagem. Consegui ficar 6 ou 7 dias sem acesso algum. Enquanto isso, mantive fechado meu mural no Facebook e ativei as aprovações de marcações, para ter mais privacidade. Para minha surpresa, além de não sentir falta alguma do Facebook no celular, já se passaram 20 dias e eu ainda não reinstalei o app. Continuo acessando a rede social pelo computador, mas abandonei-a completamente no celular. Adeus check-ins e publicações mobile. Percebi que posso viver tranquilamente sem isso e, sinceramente, estou achando melhor. Começo a considerar fazer o mesmo com algumas contas de email que acesso via celular, embora sejam úteis em caso de viagem. Twitter já era faz tempo. Já temos SMS para notificações rápidas, o que acho o suficiente para alienar as pessoas. Recomendo a todos que questionem seus hábitos. Há vida offline. O segredo de saber balancear a interação online com nosso dia a dia pode ser o sucesso para a nossa saúde mental."
Enfim, muita e muita coisa, agora quanto tempo és capaz de passar sem ir ao Face, 1 semana?, 3 dias?, 1 dia?, pensa sobre o assunto (se quiseres) e não acredites em nada disto, testa-te e verás que afinal estas (estamos) viciados, claro que se pode usar aquelas desculpas (que já se usa a séculos), é por que quero, se eu quiser não (bebo, não injecto, não fumo) vou ao face!
Fiquem bem

quinta-feira, 12 de abril de 2012

Pato ou águia, tu é que decides…





Rodrigo estava numa fila para poder ir para o aeroporto. Quando o taxista se aproximou, apercebeu-se logo que o táxi estava limpo e brilhante. O motorista bem vestido, com uma camisa branca, gravata preta e calças bem engomadas, o taxista saiu do carro, deu a volta e abriu a porta de trás do táxi.

Entregou-lhe um cartão plastificado que dizia: eu sou Willy, o seu motorista. Enquanto coloco a sua mala no porta-bagagem, gostaria que lesse a minha Missão.
Depois de se sentar, Rodrigo leu o cartaz: Missão de Willy: “Fazer chegar os meus clientes ao seu destino final da forma mais rápida, segura e económica possível, presenteando-o com um ambiente amigável”.

Rodrigo ficou estupefacto. Especialmente quando se deu conta de que o interior do táxi estava igual ao exterior, limpo e sem uma única mancha!!

Enquanto se acomodava ao volante, Willy disse-lhe:” Gostaria de tomar um café? Tenho termos com café normal e com descafeinado”. Rodrigo a brincar disse-lhe: “Prefiro um refresco”. Willy sorriu e disse: “Não tem problema, tenho uma geleira com coca-cola normal e diet, água e sumo de laranja”. Quase a gaguejar Rodrigo disse-lhe: ”Tomarei uma coca-cola diet”.
Quando lhe entregou a bebida escolhida, Willy disse-lhe:” Se deseja algo para ler, tenho o Reforma, Esto, Novidades e Selecções…

Ao começar a viagem, Willy passou-lhe um novo cartão plastificado “estas são as estações de rádio que tenho e a lista de canções que tocam, se quiser ouvir rádio”.

E se isto já não fosse demasiado, Willy disse-lhe que tinha o ar condicionado ligado e perguntou se a temperatura estava bem para ele. Logo o avisou de qual seria a melhor rota para o seu destina àquela hora do dia. Também lhe deu conhecimento de que estava disponível para conversar com ele ou se preferisse, o deixaria só com as suas meditações….

“Diga-me Willy – perguntou-lhe surpreendido Rodrigo – sempre recebeste os teus clientes desta forma?
Willy sorriu através do espelho retrovisor. “Não, não sempre. Só o tenho feito desde há dois anos a esta parte. Durante os primeiros cinco anos, gastei a maior parte do tempo a queixar-me, tal como o resto dos taxistas. Um dia escutei um programa na rádio do Dr. Dyer, um guru de desenvolvimento pessoal. Ele tinha terminado de escrever um livro chamado O Poder da Intenção(?). Dyer dizia que se tu te levantares de manhã esperando ter um mau dia, seguramente que o terás, é pouco provável que não se cumpra. E ele dizia, ”Deixa de queixar-te. Sê diferente nas tuas competências. Não sejas um pato. Sê uma águia. Os patos só fazem ruído, as águias elevam-se acima do grupo”.

“Isto tocou-me aqui, no meio dos olhos,” disse Willy. “Dyer estava realmente a falar de mim. Eu estava sempre a fazer ruído e a queixar-me e então decidi mudar a minha atitude e ser uma águia. Olhei à volta para os outros táxis e seus motoristas… os táxis estavam sujos, os motoristas não eram amigáveis e os clientes não estavam contentes. Então decidi fazer algumas mudanças. Uma de cada vez. Quando os meus clientes responderam bem, fiz mais mudanças.”

“Nota-se que as mudanças te recompensaram”, disse-lhe Rodrigo. “Sim, claro que sim”, disse Willy. “No meu primeiro ano de águia dupliquei os meus resultados em relação ao ano anterior. Este ano provavelmente quadrupliquei. Você teve sorte em apanhar o meu táxi hoje. Normalmente já não estou na praça de táxis. Os meus clientes fazem reserva através do meu telemóvel ou deixam mensagens no correio de voz. Se eu não posso servi-los, consigo um amigo taxista águia confiável para que efectue o serviço”.

Willy era fenomenal. Estava a fazer um serviço de limusina num táxi normal.

Possivelmente contou esta história a mais de cinquenta taxistas e apenas dois aproveitaram a ideia e a desenvolveram. Quando vou às suas cidades, ligo para eles. O resto dos taxistas fazem barulho como patos e contam-me as razões porque não podem fazer nada de que lhe estava a sugerir.

Willy, o taxista, optou por uma alternativa diferente:
Ele decidiu deixar de fazer barulho e de se queixar como os patos e voar por cima do grupo como as águias.

Não importa se trabalhas num escritório, num armazém, se és professor, um trabalhador público, político, executivo, empregado ou um profissional de qualquer área. Como é que te comportas? Dedica-te a fazer ruído ou a queixar-te? Estás a elevar-te acima dos outros?

Desconheço o autor

Fiquem bem

Claro que está exagerado, porem creio que a lição fica!

sábado, 7 de abril de 2012

Meditação .............


"A maioria das pessoas assim que se aproxima da vida espiritual esbarra com o problema da meditação: não sabe se concentrar. Por que? Porque não aprendeu a escolher os temas da meditação e se lança às cegas, sem método. Portanto, que fique claro que a primeira regra é, seguramente, a de escolher um tema de natureza espiritual; a segunda é que esse assunto exista no coração, pois só o amor que sentem por um ser, ou por um objeto, poderá lhes ligar a ele. Quando vocês não amam, são como um selo sem cola: não aderem! O erro dos principiantes é que eles querem se concentrar nos problemas filosóficos e místicos mais abstratos: a verdade, a eternidade, o infinito, o Absoluto, o Ser supremo. É um erro! Comecem se concentrando, por exemplo, em uma imagem pura e bela que gostem, uma imagem da natureza ou de arte. Assim, o seu cérebro pegará o hábito de se concentrar e, pouco a pouco, poderão meditar em temas mais distantes de vocês. Para obter resultados na vida espiritual, é preciso saber utilizar a formidável força do amor."

(Omraam Mikhaël Aïvanhov)

Fiquem bem

quinta-feira, 8 de março de 2012

A formiga e eu!



P – Qual é o conceito de “mal”?
R – Simples, alguém que não respeita outro alguém!
P – Define o conceito de “respeito”
R – Não fazer aos outros o que não se gostaria que nos fizessem!
P – Isso não será tolerância?
R – Não, é respeito!
P – Respeito não terá mais a ver com compaixão?
R – Não, respeito tem pelo menos duas definições;
Respeito por regra/principio ético e/ou moral!
Respeito progressivo, ou seja com o tempo e vivências!
P – Mas isso não será estima?

E foi aqui que a minha intolerância me fez usar o dedo e esmagar a formiga!

Fiquem bem

quarta-feira, 22 de fevereiro de 2012

Dor de Cabeça!?



Tirando algumas patologias mais graves e/ou problemas oculares, a famosa dor de cabeça tem duas causas!

A primeira; Mau funcionamento do refluxo sanguíneo, isto é, pressão demasiada elevada no crânio dado o seu retorno estar a ser inferior ao abastecimento, fazendo tal aumentar a pressão provocando dor de cabeça.

Solução; Mergulhar os pés dentro um recipiente com agua gelada uns cinco/dez minutos, isto para usar a inteligência do nosso organismo que ao perceber que uma parte do nosso corpo fica deficitária envia-lhe mais energia (sangue) e tal reduz um pouco a pressão que esta a ser exercida na outra extremidade do corpo.

A segunda; Todos nós (ou quase) rangemos os dentes duma forma automática, seja por estarmos mais nervosos, menos bem, ou simplesmente a dormir, ranger os dentes cria vibração que, por sua vez cria tensão na zona do maxilar que, por sua vez cria tensão cerebral, essa tensão sentimo-la no formato de dor de cabeça.

Solução; Com ajuda de alguém ou mesmo sozinh@, fechar a boca, engolir saliva, com uma mão em cima da cabeça e outro debaixo do queixo fazer forca no sentido de abrir a boca (fazendo força com as mãos para que o abrir a boca seja em esforço), depois o inverso, a mão faz força para fechar a boca e o maxilar vai aguentando a pressão para a boca fechar devagar e sempre em esforço, estando fechada a boca, rodar a cabeça (duas vezes para um lado, duas para o outro) aproximando o máximo (sem esforço) dos ombros, peito e costas.

Fiquem bem

sábado, 11 de fevereiro de 2012

VAMPIRISMO ……………….


Possivelmente a informação mais antigo que se conhece sobre o vampirismo energético vem de Paracelso, ele viveu na idade média, fala sobre o vampirismo psíquico: "Fuja como se fosse da peste de pessoas maledicentes, viciosas, ruins, indolentes, invejosas, vaidosas, vulgares e inferiores, pela natureza baixa do seu entendimento ou pela linha mestra do seu extravasamento sensual aberrante, que formam a base dos seus discursos e ocupações".

A terapeuta holística Vera Caballero, que estuda há muito tempo os vampiros de energia;(sic) “a maioria das pessoas já passou pela desagradável experiência de se sentir mal ao lado de alguém.
Em geral, bocejamos sucessivamente, sentimos sonolência, temos dor de cabeça, irritação, perda de energia, confusão na cabeça e enjoo. Até mesmo um simples telefonema desses "dráculas" pode acabar com as nossas energias.
Pior ainda quando a pessoa que nos causa mal faz parte do nosso círculo de amigos, trabalha connosco ou é membro de nossa família.”

Ok, mas o que são esses vampiros, como são, de onde vem?

Indo ao baú de recordações, muitos (pelo menos alguns) de nós se recordam do denominado “mau-olhado e/ou cobranto” (olho gordo no Brasil), os seres humanos interagem uns com os outros e com o que os rodeia, comunicamos por palavras, por gestos, por olhares, por escrito, etc, porem, também comunicamos energeticamente, isto é, quando estamos a comunicar com alguém (seja no formato que for) existe um intercambio energético, ou seja, enviamos energia e recebemos energia de da outra parte, pois, nem sempre, quando comunicamos com alguém que é um vampiro estamos a enviar energia e não a recebemos de volta, isso provoca um desgaste energético no nosso ser.

Também segundo a terapeuta Vera Caballero, "um vampiro de energia é uma pessoa que está em profundo desequilíbrio interno. Frustração, baixa auto-estima, ressentimento, complexo de perseguição e de vítima, insegurança e, acima de tudo, o egoísmo são estados psíquicos que fazem com que a configuração energética da pessoa se torne desequilibrada, afectando negativamente outras pessoas, roubando-lhes sua energia vital. Alguns chegam a interferir de forma concreta na vida pessoal de suas vítimas: intrigas, fofocas, competição desleal agravam mais a situação."

ICC – Importante será sem dúvidas antes de começar a colar rótulos aos outros, antes de tentar descobrir se temos vampiros nas nossas vidas é fazer um auto-exame, analisar as nossas atitudes e observar se não somos nós o vampiro!
Também é verdade que por vezes a expressão pela via do texto às vezes deixa escapar coisas importantíssimas.
Quando se fala vampirismo psíquico, temos que ter o cuidado de ressalvar às pessoas que eventualmente estão meio em baixo necessitando de atenção e carinho. Não, nada disto, falo dos definitivamente “perdidos” que estão sempre no mesmo estado, que já receberam ajudas e mais ajudas extenuantes, que já extenuaram meio mundo, que já gastaram todas as forças dos seus amigos e parentes.

Bem, agora, segundo a astrologosastroligia.com.pt
Os principais tipos de drácula moderno:

É bom lembrar que você também pode ser um desses dráculas. Mas não se preocupe, tudo tem solução.

Divirta-se, afinal o bom humor é a melhor defesa!

• Drácula Cobrador: cobra sempre, de tudo e todos. Quando nos encontramos com ele, quer logo saber por que não telefonamos nem o visitamos. Se você vestir a carapuça e se sentir culpado, estará abrindo as portas. O melhor a fazer é usar a mesma arma, ou seja, devolver a pergunta, questionando por que ele não liga ou não aparece. Deixe-o confuso, não o deixe retrucar e se retire rapidamente.

• Drácula Crítico: só sabe criticar. Todas as observações são negativas e destrutivas. Vê a vida somente pelo lado sombrio. A maledicência tende a criar na vítima um estado pesado e abrir um sistema para que a energia seja sugada. Diga "não" às suas críticas. Nunca concorde com ele. A vida não é tão negra assim. Não entre nessa vibração.

• Drácula Adulador: é o famoso puxa-saco. Adula o ego da vítima, cobrindo-a de elogios falsos e tentando seduzi-la pela adulação. Muito cuidado para não dar ouvidos ao adulador, pois ele simplesmente espera que o orgulho da vítima abra as portas de sua aura para sugar a energia.

• Drácula Reclamador: é aquele tipo que reclama de tudo, de todos, da vida, do governo e do tempo. Opõe-se a tudo, exige, reivindica e protesta sem parar. O mais engraçado é que nem sempre dispõe de argumentos sólidos e válidos para justificar seus protestos. A melhor táctica é deixá-lo falando sozinho.

• Drácula Inquiridor: sua língua é uma metralhadora. Dispara perguntas sobre tudo e não dá tempo para que a vítima responda. Na verdade ele não quer respostas. Pretende apenas desestabilizar o equilíbrio mental da vítima, perturbando seu fluxo normal de pensamentos. Para sair de suas garras, não ocupe sua mente à procura de respostas. Para cortar seu ataque, reaja fazendo-lhe uma pergunta bem pessoal e contundente e procure se afastar assim que possível.

• Drácula Lamentoso: são os lamentadores profissionais, que choram sua desgraças o tempo todo. Para sugar a energia da vítima, ataca pelo lado emocional e afectivo. Chora, lamenta-se e faz de tudo para despertar pena. É sempre o coitado, a vítima. Só há um jeito de lidar com esse tipo de vampiro: cortando suas asas. Dê um corte em suas lamentações, dizendo que não gosta de queixas, principalmente daquelas que não resolvem situação alguma.

• Drácula Pegajoso: investe contra as portas da sensualidade e sexualidade da vítima. Aproxima-se como se quisesse lambê-la com os olhos, com as mãos e com a língua. Parece um polvo querendo envolver a pessoa com seus tentáculos. Se você não escapar rápido, ele sugará sua energia. Seja conseguindo seduzi-lo com seu jogo pegajoso, seja provocando náuseas e repulsa. Em ambos os casos você estará desestabilizado e, portanto, vulnerável.

• Drácula Grilo-Falante: a porta de entrada que ele quer arrombar é o seu ouvido. Fala durante horas, enquanto mantém a atenção da vítima ocupada, suga sua energia vital. Para livrar-se, invente uma desculpa, levante-se e vá embora.

• Drácula Hipocondríaco: cada dia aparece com uma doença nova. Adora coleccionar bula de remédios. Desse jeito chama a atenção dos outros, despertando preocupação e cuidados. Enquanto descreve os pormenores de seus males e conta seus infindáveis sofrimentos, rouba a energia do ouvinte, que depois se sente mal.

• Drácula Encrenqueiro: para ele, o mundo é um campo de batalha onde as coisas só são resolvidas na base do tapa. Quer que a vítima compre sua briga, provocando nela um estado raivoso, irado e agressivo. Esse é um dos métodos mais eficientes para desestabilizar a vítima e roubar sua energia. Não dê espaço para a agressividade, mantenha sua calma e corte laços com esse vampiro.

Pois é, possivelmente a melhor maneira quando se identifica um vampiro será sem duvidas manter algum afastamento dele e a partir de ai, qualquer possibilidade de aproximação deve ser bem medida, não é preciso ser agressivo para manter essa/s pessoa/s afastada/s, mas a relação, mesmo respeitando as regras de educação, deve ser fria o suficiente para não possibilitar intimidades.

Quando as circunstâncias o obrigarem a dialogar com um vampiro já identificado, mantermo-nos de braços cruzados protegendo a região do plexo solar, já que este é o ponto que eles atacam, porque é por onde entram as emoções negativas.

Possivelmente todos nós em algumas situações das nossas vidas fomos sugadores de energia alheia, todos nós já nos comportamos no formato dos “sintomas” acima listados, porem, uma coisa são situações fugazes outras são as praticas do dia a dia, todos podem partir uma perna, porem não se pode andar para sempre com as muletas.

A Alessandra Ritondaro do CEC dá mais uma achega:

“Vampirismo Energético é a perda de energia para alguém ou algum ambiente onde existam outras consciências. Não perdemos energia para uma pedra, por exemplo. Precisa haver uma consciência inteligente no processo. Essa consciência vampiriza energia por ser descompensada energeticamente e, portanto, precisa de energia por vários motivos. Pessoas muito permissivas perdem muita energia, pois são muito passivas, têm medo de tomar atitudes. Perdem energia para não ter que entrar em confronto.
Locais com alto nível de carência são ambientes muito defasados e perdemos energia quando frequentamos tais lugares. Alguns exemplos: presídios, hospitais psiquiátricos, delegacias. As pessoas que estão nesses locais estão carentes de afetividade, da energia do próximo. Onde existe carência de qualquer tipo, existe assédio espiritual. E os assédios estão sempre em busca de energia.

Quem já não ficou perto de uma pessoa e começou a sentir cansaço? Quando permanecemos um tempo perto de alguém que está se lamentando é comum começarmos a bocejar. Ao sair de um local defasado, podemos sentir dor no ombro, ou ainda um peso na nuca, algo que não conseguimos explicar direito. Também podemos sentir pressão nas têmporas, surdez súbita e momentânea, frio na barriga e moleza nas pernas. Todas essas são sinaléticas de vampirismo.

Todo e qualquer tipo de perda de energia ocorre por meio dos chacras. Os chacras principais nos proporcionam as sinaléticas mais fortes de perda de energia. Por exemplo, quando sentimos medo, jogamos energia pelo chacra esplênico e por isso sentimos um frio na barriga. Todas as articulações no nosso corpo têm chacras. Por essa razão, quando sentimos medo, a perna fica bamba e perdemos energia através das articulações da perna. Isso ocorre porque jogamos muita energia no ambiente para nos defender.

Perdemos energia quando ficamos com medo, quando o ambiente está defasado e não temos força suficiente para conter a energia dentro do corpo. Quando tomamos um susto, o corpo esfria, pois a primeira reação dos chacras é jogar energia no ambiente para compensar e nos defender de qualquer ataque. Uma outra forma de se defender é ficar totalmente imóvel, travado, quase invisível, mas para fazer a manutenção desse estado perdemos muita energia. Esse comportamento é típico de pessoas muito tímidas que querem passar despercebidas no ambiente.

Para evitar perda de energia, devemos policiar nossos pensamentos, rever as nossas carências, praticar muita circulação e exteriorização de energia, realizar atividades espirituais positivas, ampliar o universo simbólico e aplicar esse conhecimento para se tornar uma pessoa melhor, diariamente.”

Pessoalmente creio que o nosso afastamento da natureza (idas a praia, campo, montanhas, etc) acaba por nos deixar cada vez mais vulneráveis as energias exteriores, então por aqui (Açores), temos o campo e as montanhas a serem beijados pelo mar mesmo a nossa frente!

Ok, porem, os vampiros são vítimas? São sim, fazer então o quê por eles, possivelmente cortar-lhes todas as fontes de alimentação dado que só assim poderão alterar as suas assinaturas energéticas, pois, é algo que não é fácil, poderei dizer que é quase impossível acabar com esse vício! A realidade tem a ver com a evolução da espiritualidade, com Moisés era o olho por olho, com Jesus era dar a outra face, hoje é cada um é responsável por si e não pelos outros, pode parecer “cruel” porem uma realidade!

Possivelmente a única maneira de reverter o vampirismo é a pessoa inverter os seus valores (interiorizar que tem feito tudo na vida de forma errada) e começar a procurar ajudar os outros, se interessar pelos outros, ouvi-los, etc, tudo sem ser na base do toma lá dá cá.
A principal característica psicológica dos vampiros é que eles estão sempre prontos para receber ajuda, mas nunca estão dispostos a dar alguma coisa, nem que seja atenção!

Para alem disso, quando o tempo de vida chega ao fim, os vampiros continuam no mesmo formato ……………………….

Fiquem bem

sexta-feira, 3 de fevereiro de 2012



O aborto pode ser algo muito simples, será que algum profissional no ramo pode desmentir?
Basta 1 mifeprestona e 6 misoprostols (cytotec) são a coisa mais segura e simples. Em vez de “aquilo” de cirurgias para parecer que é uma coisa complicada e só os profissionais de saúde podem faze-lo.

Não esqueçam, o primeiro direito da criança é ser desejado!!!!!!!!!!!!!!!!!

Fiquem bem

quinta-feira, 2 de fevereiro de 2012

Sociedade


A sociedade é, “grosso” # modo, composta por 3 tipos de pessoas: Os inconscientes, os covardes, e os manipuladores.
Os inconscientes vivem numa alegre ignorância das consequências dos seus actos. Os covardes, apercebem-se das consequências, mas por conveniência pessoal e pressão social, fingem ignorar. Os manipuladores, apercebem-se, mas tentam convencer o resto da sociedade de que tem de ser assim.
Os manipuladores são geralmente "pilares da sociedade", pessoas cultas, com posses, e poder de persuasão. Claro que covardes e inconscientes apresam-se a colar-se aos manipuladores, tal como lapas se agarram aos rochedos.
Nilton Bonder

“# Claro que existem outro tipo de pessoas, porem percentualmente são infelizmente (em alguns casos) com pouca expressão!”

Fiquem bem

sábado, 21 de janeiro de 2012

Princípio


Em criança sempre me fez alguma confusão quando os adultos falavam - (sic) “Aquele rapaz parece que tem bichos carpinteiros!”
Só muito mais tarde é que pesquisando descobri que a frase original era – Aquele rapaz parece que tem bichos pelo corpo inteiro! Enfim, esta e muitas outras ………
A frase inicial do Génese em hebreu antigo (não existe nele separação entre as palavras) permite duas separações;

1ª- B´rashit bara elohim eth hashamayim v´eth h´areths
2ª- B´rash itbara elohim ethhashamayim v´eth hareths

A Helena Blavatsky explica que a primeira exclui a ideia de começo ou principio e que da eterna essência divina (matriz), a andrógina força (os deuses), formou o duplo céu (céu e terra). O significado da segunda é: “No princípio fez os céus e a terra”

Tudo ou quase vem até nós ao sabor das convicções/limitações dos tradutores.

Fiquem bem